A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, na última terça-feira (1º), o projeto de lei que prevê a inclusão da vacina contra o herpes-zóster no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta, que agora aguarda uma nova votação (turno suplementar) na própria comissão antes de seguir para a Câmara dos Deputados, visa ampliar o acesso ao imunizante, que já possui registro sanitário no Brasil.

Relatado pela senadora Damares Alves, que relatou ter sofrido com a doença em 2023, o texto original previa a vacinação apenas para maiores de 60 anos, mas foi ampliado durante a tramitação. Se aprovada, a lei garantirá a oferta gratuita do imunizante em duas doses para os grupos prioritários.

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O que é herpes-zóster?

O herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, é uma infecção causada pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo da catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece adormecido no corpo e pode ser reativado anos depois, causando erupções cutâneas dolorosas e complicações neurológicas.

Quais os principais sintomas do cobreiro?

Os sintomas mais comuns da doença costumam aparecer em uma sequência específica, dificultando o diagnóstico inicial. A atenção aos sinais é fundamental para um tratamento eficaz. Os principais incluem:

  • Dor intensa, queimação ou formigamento em uma área específica da pele.

  • Surgimento de bolhas ou vesículas avermelhadas no local da dor.

  • Febre e mal-estar geral.

  • Dor de cabeça e sensibilidade à luz.

Como a nova lei da vacina pode funcionar?

O projeto de lei que avança no Senado determina que a vacina contra o herpes-zóster seja incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Se aprovada em todas as etapas, a aplicação seguirá critérios claros de prioridade para garantir o atendimento aos grupos de maior risco.

Quem terá direito à vacina gratuita no SUS?

De acordo com o texto aprovado na CAS, a imunização gratuita será destinada a dois públicos principais:

  1. Pessoas com idade igual ou superior a 50 anos.

  2. Indivíduos imunossuprimidos maiores de 18 anos, como pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados ou portadores de HIV.

Após a votação em turno suplementar na CAS, o projeto será enviado para análise da Câmara dos Deputados, onde passará por outras comissões antes de ser levado ao plenário.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.


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