Uma pesquisa científica publicada na revista "PLOS ONE" revelou que intervenções baseadas no riso podem reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, em uma média de 31,9%.



O estudo reuniu dados de oito pesquisas com 315 participantes. A análise identificou uma diminuição significativa do cortisol após atividades de risoterapia, com resultados observados mesmo depois de uma única sessão de nove a 60 minutos.


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Por ser uma revisão sistemática com metanálise, a pesquisa oferece uma visão ampla sobre os impactos do riso no corpo humano. Além de reduzir o cortisol, rir libera endorfinas, melhora o humor e fortalece os vínculos sociais.


Os pesquisadores reforçam que o riso não substitui tratamentos médicos, mas pode ser usado como uma estratégia complementar no cuidado com a saúde.


A humanização na prática


Os números fortalecem iniciativas como o "Projeto Rumo ao Riso", idealizado pela atriz e risoterapeuta Gabi Roncatti. Patrocinado pela Blau Farmacêutica, o projeto leva risoterapia, música e acolhimento a hospitais brasileiros.


As ações buscam transformar quartos e corredores em espaços de conexão humana para pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. Por meio de brincadeiras e momentos de escuta, os artistas ajudam a aliviar a tensão do ambiente.



Para Gabi Roncatti, os dados confirmam o que o projeto observa no dia a dia. “Quando um paciente sorri ou um profissional consegue respirar e aliviar a tensão, percebemos que a humanização também faz parte do cuidado”, afirma.


As intervenções também alcançam familiares e equipes multiprofissionais, que convivem com ansiedade e sobrecarga emocional. Um sorriso ou uma música pode não alterar o diagnóstico, mas transforma a forma como cada pessoa enfrenta o tratamento.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.


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