Escoliose: os sinais silenciosos na coluna que podem afetar seu filho
Esse desvio na coluna vertebral pode passar despercebido por anos; aprenda a fazer um teste simples em casa e quando procurar um especialista
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Uma simples olhada nas costas de seu filho pode revelar um problema silencioso que, em muitos casos, não causa dor em seus estágios iniciais: a escoliose. Essa condição, caracterizada por uma curvatura anormal da coluna vertebral, costuma se desenvolver de forma gradual durante o estirão de crescimento que antecede a puberdade, passando despercebida por pais e crianças.
Como os sinais são sutis e a progressão é lenta, a deformidade pode se agravar sem que a família perceba. O diagnóstico precoce, no entanto, é a chave para um tratamento mais eficaz, capaz de evitar procedimentos complexos no futuro.
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Sinais para ficar de olho
As alterações causadas pela escoliose são principalmente visuais e posturais. É importante observar se a criança ou o adolescente apresenta alguma das seguintes características quando está de pé, com a postura relaxada:
Um dos ombros parece mais alto que o outro;
Uma das omoplatas (os ossos conhecidos como “asas” nas costas) é mais proeminente;
A linha da cintura ou do quadril parece desigual ou assimétrica.
Como fazer o teste em casa
Um método simples, conhecido como Teste de Adams, ajuda a identificar possíveis curvaturas. Peça para a criança ficar de pé, com os pés juntos e os joelhos esticados. Em seguida, ela deve se curvar para a frente, como se fosse tocar os pés, deixando os braços relaxados e pendentes.
Nessa posição, observe as costas por trás. O que você procura é qualquer assimetria no tronco. Se um lado das costas estiver mais elevado que o outro, formando uma espécie de "giba" ou corcunda, principalmente na região torácica, é um sinal de alerta importante para a escoliose.
A detecção precoce é fundamental, pois permite que tratamentos menos invasivos, como o uso de coletes ortopédicos e fisioterapia, sejam mais eficientes para controlar a progressão da curva. Ao notar qualquer um desses sinais, o caminho é procurar um pediatra ou um ortopedista para uma avaliação detalhada.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.