HIV em 2026: mitos e verdades sobre o vírus e a AIDS
A notícia sobre Daveigh Chase levanta dúvidas; entenda a diferença entre ter HIV e desenvolver AIDS, e como os avanços da medicina mudaram tudo
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A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é centro de discussões em todo o mundo há anos. O estágio avançado da infecção pelo vírus HIV é alvo de desinformações desde então. Entender a diferença entre os dois termos é fundamental para combater o preconceito que ainda cerca o tema.
É crucial esclarecer que ter o vírus não significa ter AIDS. Os conceitos são distintos e representam fases diferentes de uma mesma condição. Uma pessoa pode viver décadas com o HIV sem nunca desenvolver a síndrome, desde que siga o tratamento médico indicado.
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Qual a diferença entre HIV e AIDS?
O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é o agente que ataca o sistema imunológico, especificamente ataca as células que organizam a defesa do corpo (linfócitos TCD4+). Sem tratamento, o vírus se multiplica e enfraquece progressivamente as defesas do corpo, deixando a pessoa mais suscetível a outras doenças.
A AIDS, por sua vez, é o estágio mais avançado da infecção por HIV. Ela se manifesta quando o sistema imunológico está tão comprometido que o organismo se torna vulnerável a infecções oportunistas e certos tipos de câncer, que normalmente não afetariam uma pessoa com a imunidade saudável.
O tratamento que transformou o HIV em condição crônica
Os avanços na medicina mudaram radicalmente o prognóstico de quem vive com HIV. A terapia antirretroviral (ART), um coquetel de medicamentos, impede que o vírus se replique no organismo. Isso permite que o sistema imunológico se recupere dentro do possível.
Com o tratamento adequado, a pessoa mantém o vírus sob controle e pode ter uma vida longa e saudável, com qualidade de vida similar à de quem não tem o vírus. Ao seguir a terapia corretamente, a carga viral no sangue se torna tão baixa que é indetectável nos exames.
Formas de prevenção além do preservativo
A prevenção combinada é a estratégia mais eficaz e inclui diferentes métodos. Além do uso de preservativos, que também protege contra outras infecções sexualmente transmissíveis, existem outras opções importantes:
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Profilaxia Pré-Exposição (PrEP): consiste no uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas que não têm HIV, mas que estão em situação de maior vulnerabilidade à infecção. A medicação impede que o vírus se estabeleça no corpo caso ocorra uma exposição.
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Profilaxia Pós-Exposição (PEP): é uma medida de urgência que envolve o uso de medicamentos por 28 dias após uma situação de risco, como sexo desprotegido. Para ser eficaz, deve ser iniciada em até 72 horas após a exposição.
A testagem regular continua sendo uma das ferramentas mais importantes. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento o quanto antes, garantindo a saúde da pessoa e quebrando a cadeia de transmissão do vírus.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria