Interessada por alimentação, comportamento e ciência, iniciou sua carreira no Estado de Minas como estagiária de Saúde e hoje é repórter da área. Vencedora do Prêmio de Jornalismo CDL/BH, também já cobriu política, cultura, esportes e temas gerais.
O Auê Pole Dance e Circo realiza neste mês oficinas gratuitas de dança e circo em centros culturais de Belo Horizonte. A programação integra o projeto Plataforma Movimento, iniciativa dedicada à formação, experimentação artística e compartilhamento de saberes - priorizando práticas e reflexões sobre o ensino do pole e do circo. Ao longo de 2026, o projeto promoverá oficinas de iniciação, laboratórios criativos e momentos voltados à pesquisa e à experimentação. No próximo sábado (25/4), às 15h, no Centro Cultural Padre Eustáquio, a professora de flexibilidade e pole, Samara Najla, ensina flexibilidade corporal por meio de exercícios técnicos e conscientes, promovendo mobilidade, alongamento e percepção do corpo. A atividade é para todas as idades e acessível em Libras. Mais informações: linktr.ee/auepolecirco.
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Minas Gerais foi representado na 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down (T21), promovida pela Organização das Nações Unidas, no último dia 23 de março, em Nova York, por Gabriel Camargos, mineiro de Florestal, a 70km da capital, e o primeiro tradutor e intérprete de libras e língua portuguesa com síndrome de Down do mundo. Escolhido para representar o grupo de autodefensores - a Federação Brasileira das Associações da Síndrome de Down e a Fundação Álvaro César -, Gabriel teve a oportunidade de discursar sobre o tema da campanha mundial do Dia da Síndrome de Down: "Together Against Loneliness", com a tradução no Brasil para “Amizade, acolhimento e inclusão – Xô Solidão”. O tradutor destacou que a inclusão de verdade acontece quando há oportunidade, comunicação e pertencimento. “Essa sempre será a minha voz, uma voz que quer lutar pela inclusão, às vezes falando, emitindo som, às vezes com as mãos fazendo gestos, mas jamais calado.”
Com o objetivo de levar atendimento médico a moradores de regiões isoladas e desenvolver experiências junto à comunidade, a Inspirali promoveu a 4ª edição da Missão Jequitinhonha. Entre 12 e 19 de abril, 38 alunos das instituições de ensino Faseh, Unifacs, Anhembi Morumbi, São Judas, UniBH, UniSul, UNIFG, UnP e Ages, ao lado de cinco professores e um egresso, percorreram os municípios de Chapada do Norte e José Gonçalves de Minas. Nas três primeiras edições, a iniciativa, que também tem parceria com o SUS, UBS e escolas, atendeu cerca de 4 mil pacientes, sendo 812 crianças e 661 idosos. As mulheres representaram 59% dos atendimentos e as principais queixas foram hipertensão, dores lombares e diabetes. Durante a expedição, a população pode contar com consultas em pediatria, medicina da família e comunidade, medicina intervencionista da dor e cirurgia.