Harmonização facial: o que é, quais os riscos e quando é indicada
O procedimento estético que ganhou popularidade entre famosos gera dúvidas; especialistas explicam como funciona e os cuidados necessários
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A harmonização facial continua sendo um dos assuntos mais comentados na internet, impulsionada pela grande exposição de resultados em figuras públicas e pela crescente procura por estética preventiva. O procedimento, que ganhou popularidade nos últimos anos, consiste em um conjunto de técnicas estéticas minimamente invasivas que buscam equilibrar as proporções e traços do rosto, promovendo uma aparência mais simétrica e rejuvenescida.
Diferente de uma cirurgia plástica tradicional, a harmonização não envolve cortes profundos ou longos períodos de recuperação. A tendência atual prioriza a naturalidade, utilizando ácido hialurônico e outras substâncias de forma estratégica para realçar características existentes e suavizar sinais do envelhecimento, sem transformar radicalmente a fisionomia. Os resultados são, na maioria das vezes, temporários.
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Como funciona a harmonização facial?
A abordagem combina diferentes técnicas, aplicadas conforme a necessidade e o objetivo de cada paciente. Entre os métodos mais comuns estão a aplicação de toxina botulínica, usada para relaxar músculos e suavizar rugas de expressão, como os pés de galinha e as linhas na testa.
Outro pilar do tratamento é o preenchimento com ácido hialurônico. A substância é utilizada para repor volume em áreas que o perderam com o tempo, como as maçãs do rosto e os lábios, ou para definir contornos, como o da mandíbula e do queixo. Fios de sustentação e bioestimuladores de colágeno também podem ser empregados para combater a flacidez.
Quais são os principais riscos?
Embora sejam considerados seguros, os procedimentos não são isentos de riscos. As complicações mais comuns são leves e passageiras, como inchaço, vermelhidão e pequenos hematomas no local da aplicação. Reações alérgicas aos produtos utilizados também podem ocorrer, embora sejam mais raras.
O maior perigo, no entanto, está associado à aplicação incorreta das substâncias. Se um preenchedor for injetado dentro de um vaso sanguíneo, por exemplo, pode bloquear o fluxo de sangue e causar necrose, que é a morte do tecido. Embora raros, casos mais graves podem levar à perda de visão e outras sequelas permanentes.
Por isso, a escolha do profissional é o passo mais importante. É fundamental buscar profissionais da saúde habilitados, como médicos e cirurgiões-dentistas, com registro em seus respectivos conselhos de classe, pós-graduação na área e experiência comprovada. A realização do procedimento em clínicas adequadas, que seguem todas as normas sanitárias, minimiza significativamente as chances de complicações.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.