PREVENÇÃO

Guia da doença mpox: sintomas, formas de prevenção e como se tratar

Com o aumento de casos no Brasil, tire todas as suas dúvidas sobre a doença, desde as primeiras manifestações na pele até as formas de evitar o contágio

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O aumento de casos de mpox, divulgado pelo Ministério da Saúde neste ano, preocupou principalmente pela concentração de diagnósticos no estado de São Paulo. A doença, causada por um vírus, gera dúvidas sobre seus sintomas e suas formas de contágio. Conhecer as características é fundamental para quebrar a cadeia de transmissão.

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Principais sintomas da mpox

Os sintomas iniciais da mpox podem ser facilmente confundidos com os de outras doenças, como gripe e dengue. Geralmente, o quadro começa com febre, dor de cabeça intensa, dores musculares e um cansaço profundo, porém, um dos sinais mais característicos é o inchaço dos gânglios, popularmente conhecidos como ínguas, que podem surgir no pescoço, axilas ou virilha.

Após um a três dias do início da febre, surgem as lesões na pele, que costumam aparecer primeiro no rosto, nas mãos e nos pés, mas podem se espalhar por todo o corpo, incluindo áreas genitais e a boca, passando por diferentes estágios.

Como ocorre a transmissão?

A principal forma de contágio da mpox é o contato pele a pele com as lesões de uma pessoa infectada, incluindo abraços, beijos e relações sexuais. O vírus também pode ser transmitido por meio de gotículas respiratórias durante conversas prolongadas e muito próximas e pelo compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e talheres.

O período de transmissão começa com o surgimento dos primeiros sintomas e dura até que todas as crostas das lesões tenham caído e a pele esteja completamente cicatrizada.

Prevenção e o que fazer em caso de suspeita

A principal forma de prevenção é evitar o contato direto com pessoas que apresentem sintomas da doença, especialmente as lesões na pele, além de higienizar as mãos com frequência, com água e sabão ou álcool em gel, e não compartilhar objetos de uso pessoal.

A vacinação existe e é prioritária para grupos de maior risco, como pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão e profissionais de laboratório expostos ao vírus.

Ao apresentar sintomas como lesões na pele acompanhadas de febre, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde e manter o isolamento até a confirmação do diagnóstico.

Não existe um medicamento específico contra a mpox, mas o diagnóstico precoce é necessário para iniciar o tratamento de suporte, que foca no alívio dos sintomas, e para receber as orientações corretas, para evitar a transmissão do vírus para outras pessoas.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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