Câncer cerebral: conheça os principais sintomas e avanços no tratamento da doença de Annabel Schofield
A enfermidade que vitimou a atriz ainda é um desafio para a medicina, mas novas terapias trazem mais esperança; saiba como identificar
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A morte da atriz Annabel Schofield, aos 62 anos, em decorrência de um câncer cerebral, trouxe novamente os holofotes para uma das doenças mais complexas da medicina. O diagnóstico, muitas vezes tardio, e o tratamento desafiador reforçam a importância de conhecer os sinais que o corpo emite e entender os avanços que trazem novas esperanças.
O câncer cerebral ocorre quando células anormais crescem de forma descontrolada no cérebro, formando tumores que podem ser benignos ou malignos. Os tumores malignos são mais agressivos e podem se espalhar, interferindo nas funções vitais do corpo, como pensamento, controle motor e sentidos.
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Principais sintomas do câncer cerebral
Os sinais variam conforme a localização e o tamanho do tumor. A pressão que ele exerce sobre o cérebro costuma ser a principal causa dos sintomas. Ficar atento a mudanças repentinas e persistentes é fundamental, e procurar um médico ao identificar qualquer um desses sinais é crucial para um diagnóstico precoce. Os alertas mais comuns incluem:
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Dores de cabeça: geralmente mais fortes pela manhã e que não melhoram com analgésicos comuns.
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Convulsões: episódios de atividade elétrica anormal no cérebro, que podem causar movimentos involuntários.
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Alterações neurológicas: dificuldade para falar, perda de equilíbrio, visão dupla ou embaçada e fraqueza em um lado do corpo.
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Mudanças de comportamento: alterações súbitas de humor, confusão mental, sonolência excessiva ou perda de memória.
O diagnóstico é confirmado por meio de exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem visualizar a estrutura cerebral em detalhes. Em muitos casos, uma biópsia é necessária para determinar o tipo exato de tumor.
Avanços no tratamento
O tratamento do câncer cerebral é um grande desafio, mas novas abordagens têm melhorado a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes. A cirurgia para remoção do tumor continua sendo um dos principais caminhos, muitas vezes combinada com radioterapia e quimioterapia para eliminar células cancerígenas remanescentes.
Nos últimos anos, a medicina registrou avanços significativos. A terapia-alvo, por exemplo, utiliza medicamentos que atacam especificamente as células doentes, preservando as saudáveis. Outra frente promissora é a imunoterapia, que estimula o próprio sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater o câncer.
Essas novas terapias, junto com técnicas cirúrgicas mais precisas e radioterapia mais focada, oferecem um horizonte mais otimista, transformando um diagnóstico antes visto como uma sentença em uma condição que pode ser gerenciada com tratamentos cada vez mais eficazes.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.