Se você já viu alguém que sentiu uma dor de cabeça repentina e culpou a mudança brusca de temperatura, saiba que não é apenas uma impressão. Embora a sensibilidade às variações mude de pessoa para pessoa, oscilações no tempo realmente impactam o corpo e a mente de maneiras que vão além do simples desconforto térmico.

As variações de pressão atmosférica, que geralmente acompanham a chegada de uma frente fria ou uma tempestade, podem ser vilãs da sua saúde. Essa alteração pode afetar a pressão nos seios da face, sendo um gatilho comum para dores de cabeça.

Além disso, a queda de temperatura pode ressecar as mucosas do nariz e da garganta, deixando o sistema respiratório mais vulnerável a vírus e bactérias; consequentemente, você fica mais propício a viroses e infecções.

Estudos apontam uma relação entre o tempo frio e o aumento de dores articulares, principalmente em pessoas com artrite, artrose ou outras condições inflamatórias.

As alergias respiratórias também pioram em determinadas épocas do ano. O vento e a chuva, por exemplo, alteram a concentração de pólen e mofo no ar, podendo desencadear reações alérgicas como espirro, coceira e olhos lacrimejando.

O impacto no humor

O tempo também pode ter impacto na sua saúde mental. Dias cinzentos e com pouca luz do sol estão relacionados a menores níveis de serotonina, um neurotransmissor ligado à sensação de felicidade e bem-estar. Os resultados podem ser uma tristeza passageira, irritabilidade e cansaço.

Além disso, o clima instável interfere na qualidade do sono. No verão, por exemplo, o calor excessivo e o barulho da chuva forte durante a noite podem interromper o descanso. E uma noite mal dormida afeta diretamente a capacidade de concentração, a paciência e a tomada de decisões no dia seguinte.

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Como evitar?

Para minimizar esses efeitos, algumas atitudes podem ajudar. Manter o corpo hidratado durante todo o ano, por exemplo, é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Outras dicas incluem:

  • Manter uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas

  • Praticar atividades físicas leves para liberar endorfina

  • Estar bem agasalhado no frio e em ambientes com ar-condicionado muito forte

  • Estabelecer uma rotina de sono regular

É importante lembrar que, se sintomas como dores ou alterações de humor forem persistentes, a recomendação é procurar um profissional para uma avaliação adequada.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata.

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