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Estado de Minas DESCRIÇÃO

Eleição nesta segunda-feira movimenta associados do Minas Tênis Clube

Depois de 19 anos com uma chapa apenas na disputa, pleito que definirá 100 vagas de efetivos no Conselho Deliberativo minas-tenista contará com duas forças


postado em 13/10/2019 04:00 / atualizado em 12/10/2019 21:38

Kouros Monadjemi, que presidiu o clube de 2000 a 2007, é um dos líderes da Chapa Minas(foto: Beto Magalhães/EM/D.A Press %u2013 8/10/14)
Kouros Monadjemi, que presidiu o clube de 2000 a 2007, é um dos líderes da Chapa Minas (foto: Beto Magalhães/EM/D.A Press %u2013 8/10/14)

Com um colégio eleitoral maior que grande número das cidades mineiras, 23 mil no total, o Minas Tênis viverá uma segunda-feira diferente. Amanhã será realizada eleição para 100 vagas no Conselho Deliberativo do clube. Depois de 19 anos de chapa única, desta vez há duas forças: Chapa Minas e Renovação. No pleito, serão escolhidos ainda 20 suplentes. O mandato é de seis anos. O Minas tem, no total, 350 conselheiros assim distribuídos: 150 natos e 200 efetivos, com a eleição de 100 desses a cada três anos.

Dos 23 mil votantes das quatro unidades – Santo Antônio, Minas II (Serra), Taquaril e Náutico –, 21 mil são cotistas e 2 mil sócios laureados (por terem se destacado nos esportes do clube) e remidos. O voto deve ser atribuído a uma das chapas, e não é permitida procuração. A eleição vai das 8h às 19h, no salão de festas do Minas I, na Rua da Bahia, 2.244, Bairro Santo Antônio.

O Minas goza de grande prestígio no cenário nacional, sendo considerado referência tanto na formação de atletas quanto como clube de lazer. No início deste ano, foi escolhido pelo Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), que engloba mais de três mil agremiações, o melhor do país.

CONCORRENTES 


Nas duas chapas, ex-presidentes do clube. De um lado, Kouros Monadjemi, de 74 anos, pela Chapa Minas; de outro, Luiz Gustavo Viana Lage, de 60, pela Renovação. Coincidentemente, ambos são oriundos do basquete.

Jogador do Minas de 1961 a 1972, Kouros foi diretor de judô e de escolinhas do clube, tendo participado, inclusive, da mudança de filosofia desse setor. “Criamos o curso básico, em que o filho do sócio, antes de ir para uma modalidade, passa por todas no curso básico e depois é direcionado para aquela em que se sobressai”, conta.

Ocupou ainda o cargo de diretor de Basquete antes de se tornar presidente, no período de 2000 a 2007. Kouros acabou sendo fundamental na criação da Liga Nacional de Basquete (LNB), organizadora do Novo Basquete Brasil (NBB). Foi ele, também, o responsável por uma das maiores inovações do esporte brasileiro: a parceria com a NBA. Primeiro presidente da entidade nacional (2008 a 2010), foi responsável pela evolução das competições da modalidade no país. No começo do ano, iniciou um segundo mandato, depois das gestões de João Fernando Rossi e Cássio Roque.

“O Minas existe em função do esporte, sem esquecer o associado. A valorização do clube, no cenário nacional e internacional, está diretamente ligada ao esporte. O Minas é considerado um sucesso pela formação de atletas. Eles são espelhos, ídolos para as novas gerações. O Minas não abre mão de dar formação. Essa é a filosofia desde o início do clube, quando acolhia e formava atletas filhos de funcionários públicos”, destaca Kouros.

Já Luiz Gustavo jogou basquete no clube de 1977 a 1981, tendo chegado à Seleção Brasileira e disputado a Olimpíada de Moscou’1980. Atuou também em clubes de São Paulo. Foi ainda diretor de esportes do MTC por seis anos e presidente do clube de 2014 a 2016.

Luiz Gustavo diz que a chapa renovação propõe algumas mudanças estratégias no Minas: “O clube é dos sócios, que precisam participar de forma mais ampla da administração. Muitas vezes, as decisões já chegam prontas ao conselho, como obras. O conselho hoje não representa o sócio. As decisões estão sempre nas mãos dos mesmos. Propomos ampliar isso. Nossa proposta é criar comitês temáticos, que possam realmente levar as reclamações e desejos dos sócios”.



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