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Estado de Minas

Médico assistente

"Minas mantém a tradição de ter grandes médicos a serviço da Seleção"


postado em 02/03/2019 05:10

(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )


Felipe Kalil, médico do Atlético, é agora também médico assistente da Seleção Brasileira de futebol e vai estrear nos jogos no Porto e Praga, este mês. Ele vai auxiliar o médico titular, Rodrigo Lasmar, assim como faz no Atlético. Minas Gerais mantém a tradição de ter seus grandes doutores a serviço da Seleção Brasileira, como já aconteceu com Neylor Lasmar e Ronaldo Nazaré, nas épocas em que os saudosos Telê Santana e Carlos Alberto Silva foram treinadores do time canarinho. Eu, que conheço Felipe Kalil desde que era garoto, sinto muito orgulho, além da gratidão, por ele ter curado o braço do meu filho mais velho, João Tadeu, que é baterista, com uma cirurgia perfeita. Parabéns, doutor Felipe!

EM APENAS TRÊS ANOS
O eterno presidente do Atlético e mais vencedor da história do clube, Alexandre Kalil, em apenas três anos de Independência ganhou mais títulos do que o Galo em toda a sua história. Ali é o poleiro do time, onde ele se tornou quase imbatível. Foi ali que o Atlético virou jogos impossíveis e inimagináveis contra equipes argentinas. Foi ali também que ganhou a Copa do Brasil de 2014, com 2 a 0 em cima do Cruzeiro, levando ampla vantagem para o Mineirão, onde conquistou outra vitória, 1 a 0, gol de Tardelli. Naquele espaço, aumentado para 22 mil torcedores, Kalil vislumbrou e tornou o Atlético campeão de tudo o que disputou.

 

 

OS ADVERSÁRIOS DETESTAM
O Independência só é ruim para os adversários do Galo, que detestam jogar ali, pois sabem que a torcida faz a diferença, funga no cangote dos jogadores e eles se agigantam. Claro que no Mineirão cabe o triplo dos torcedores que lotam o Horto, mas não adianta jogar para um público três vezes maior e, no fim das competições, não levantar o troféu. Temo muito pelo Galo nesta fase de grupos da Libertadores, mandando seus três jogos no Mineirão. Os jogadores já nem conhecem mais o estádio, não sabem sequer onde fica o vestiário ou um simples bebedouro.

DINHEIRO NÃO DÁ TÍTULO
O Atlético pode até receber mais dinheiro para jogar no Mineirão, embora eu duvide disso, pois as contas no Horto são bem enxutas e o Galo é o dono de praticamente tudo o que gira em torno do espetáculo. Porém, é no Horto que ele ganha seus títulos. Muitos podem alegar que as finais da Libertadores, em 2013, e da Copa do Brasil, em 2014, foram no Mineirão, mas, para chegar às decisões, o Galo jogou no Independência. Lembrando, novamente, que a Copa do Brasil ele ganhou no primeiro jogo, com 2 a 0 em cima do Cruzeiro. Portanto, acho uma temeridade o Galo largar o Horto já na primeira fase da Libertadores, pois corre o risco de não se classificar às oitavas de final, embora esteja em um grupo, teoricamente, fraco.


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