ELIVELTON
Herói do bicampeonato da Copa Libertadores pelo Cruzeiro – foi o autor do gol do título na vitória por 1 a 0 sobre o Sporting Cristal –, o ponta-esquerda Elivelton é um dos destaques do Cruzeiro. Ele conta que sua vida está muito mudada, pois não é mais radialista em Alfenas, sua cidade natal. “Agora tenho uma empresa que aluga campos de futebol society e tenho também uma escolinha para meninos de 6 a 17 anos.”
TORCIDAS IRMÃS
A competição em Sete Lagoas serviu para mostrar, também, que existem torcidas irmãs entre argentinos e mineiros. É o caso de Diogo Castanho, torcedor do San Lorenzo, que veio para acompanhar seus ídolos. “Não podia ficar sem revê-los em campo.” Pois ele foi surpreendido com três cruzeirenses – Felipe Lopes, Davisson Bernardes e Rodrigo Matar –, que chegaram ao hotel das equipes sem avisar. “Nós nos tornamos amigos há cerca de 10 anos, quando fomos para um jogo contra o San Lorenzo. De lá pra cá, sempre nos correspondemos e, quando dá, a gente se encontra. Por isso estamos aqui”, diz Davisson.
DISTÂNCIA
Os jogadores das equipes brasileiras sempre se misturam na hora do café da manhã, no restaurante do Hotel San Diego Veredas, onde estão hospedados todos os que participam do torneio. Os argentinos e uruguaios, por sua vez, não. Eles pedem mesas separadas, por equipes, e nunca se assentam junto de um adversário. Só convivem entre companheiros com a mesma camisa.
