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Variedade no ataque americano


postado em 08/01/2019 05:05

Thiago Neves (C), que era cobiçado pelo Grêmio, assinou cláusula que garante a ampliação do vínculo por mais um ano se diputar mais de 41 jogos em 2020(foto: Fotos: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )
Thiago Neves (C), que era cobiçado pelo Grêmio, assinou cláusula que garante a ampliação do vínculo por mais um ano se diputar mais de 41 jogos em 2020 (foto: Fotos: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press )


Se tem uma posição em que o técnico Givanildo Oliveira terá opções no América é o ataque. São nada menos que oito jogadores, entre eles os experientes Marcelo Toscano, Neto Berola e Júnior Viçosa, contratados para esta temporada; jovens como Vinícius Henrique, Felipe Clemente e França; e remanescentes do ano passado, casos de Ademir e Wesley Pacheco, que buscam brilhar mais nesta temporada.

 

Uma coisa é certa. A concorrência será grande. E quem pode ganhar com isso é o time, que começa 2019 com a missão de retornar à elite do futebol brasileiro. Quem está ciente de que terá de ajudar a equipe a alcançar esse objetivo é Júnior Viçosa, de 29 anos, que assinou contrato com o clube até dezembro. E ele traz para o CT Lanna Drumond um retrospecto pessoal favorável em termos de acessos.

 

“Estou iniciando uma nova página na minha vida profissional, agora em Belo Horizonte. Depois de alguns anos em Goiânia, onde tive muitas alegrias, fiz muitos amigos e gols também, chego ao Coelho com toda força e vontade para fazer a diferença e ajudar o clube no retorno à Primeira Divisão do futebol brasileiro. Tenho três acessos consecutivos nos últimos três anos e agora, em 2019, quero manter essa estatística pelo América”, destacou.

 

Natural de Viçosa, em Alagoas, Luiz Severo Júnior chamou a atenção pelas atuações com a camisa do ASA de Arapiraca. Emprestado ao Grêmio, agradou tanto que seus direitos foram comprados pelo clube em 2010. Teve bom início de temporada em 2011, fazendo nove gols em 21 jogos com a camisa do tricolor, mas acabou não se firmando, sendo cedido a Sport, Goiás, Atlético-GO e Chiasso, da Suíça. De volta ao Brasil, passou os últimos quatro anos entre os rivais goianos.
O atacante estava no Goiás em 2018 e marcou sete gols em 29 jogos com a camisa da equipe principal esmeraldina – também disputou um jogo com o time de aspirantes e não balançou as redes.

SENTIMENTO Ele fala com orgulho da trajetória profissional e explica o motivo de ter optado por se transferir para o América: “Na minha carreira, tive grandes momentos. No Grêmio, marquei gols em clássicos e fui muito feliz. No ASA, fui artilheiro. E, nos últimos anos, tive o prazer de jogar em duas oportunidades no Atlético-GO, que foi uma referência pra mim. Lá sempre existiu um sentimento familiar entre time e torcedor. Quando chegou a possibilidade de atuar no América, não pensei duas vezes por tudo que já vivi atuando contra e por tudo aquilo que sempre me falaram do clube. Venho pra resgatar esse sentimento que é tão importante pra mim e que desde que saí do Atlético-GO não havia conseguido viver novamente”.

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