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O presidente eleito cumprimentou os ministros do STF e STE por manter a “lisura” do processo eleitoral.
“Quero destacar a coragem do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, que enfrentaram toda a sorte de ofensas, ameaças e agressões para fazer valer a soberania popular”, disse Lula.
Entre os presentes na solenidade estavam os ex-presidentes Dilma Rousseff e José Sarney, o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira, o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, deputados e senadores, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), membros do governo de transição e familiares dos eleitos, como a esposa de Lula, Janja Silva, e de Alckmin, Lu Alckmin.
Na mesa oficial de solenidade estavam autoridades do Judiciário, Executivo e Legislativo.
Solenidade de Diplomação
A diplomação é a cerimônia em que a Justiça Eleitoral atesta que os candidatos foram efetivamente eleitos pelo povo e, por isso, estão aptos para assumirem seus cargos. A posse de Lula e Alckmin ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2023.
O prazo final para a diplomação é sempre 19 de dezembro. Mas, a pedido da equipe de Lula, o TSE marcou a cerimônia para uma semana antes. O motivo de acelerar essa etapa seria tentar arrefecer os movimentos de contestação da eleição liderados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que protestam em frente aos quartéis em vários estados do país.