Jornal Estado de Minas

CRÍTICAS

Vereador bolsonarista chama passaporte vacinal em BH de 'arbitrariedade'

O vereador de Belo Horizonte, Nikolas Ferreira (PRTB), foi às redes sociais na noite desta quarta-feira (2/2) para criticar o passaporte vacinal e a exigência de teste negativo, que passou a ser exigido pela prefeitura da cidade em eventos com mais de 500 pessoas. Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, o parlamentar de 25 anos se referiu à medida como uma "arbitrariedade".




 
Ele ainda disse que acionou o Ministério de Público de Minas Gerais para tentar derrubar a determinação. O certificado de vacina vem sendo exigido desde o ano passado, mas a prefeitura também determinou que as pessoas sejam obrigadas a apresentar o teste negativo nesta semana. 
 
“Encaminhamos agora um ofício externo ao Ministério Público para requerer uma intervenção imediata quanto ao decreto irracional do Kalil que impõe a apresentação do cartão de vacina e teste negativo para eventos acima de 500 pessoas”, afirmou o vereador. 
 
A exigência do teste negativo em BH ocorreu em virtude da explosão de casos de COVID-19 nas últimas semanas em BH. A prefeitura descartou o fechamento do comércio não-essencial, entendendo que o aumento de contaminações vai passar no decorrer deste mês.  

“Não vamos dar trégua para arbitrariedades”, afirmou o parlamentar.

Ato antivacina 

Ferreira tomou as duas doses da vacina contra o coronavírus, mas disse que se imunizou por imposição. O parlamentar participou de ato antivacina em Londres no mês passado.
 
O jovem foi o segundo mais votado nas últimas eleições municipais, com mais de 28 mil votos. Em sua posse, ele prometeu combater a esquerda e ser um defensor das ideias do presidente Jair Bolsonaro. 
 




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