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Estado de Minas PANDEMIA

Lula vai pedir a Pacheco volta do auxílio emergencial de R$ 600

Petista terá reunião com o presidente do Senado nesta quinta-feira (6/5)


05/05/2021 18:03 - atualizado 05/05/2021 18:10

Luiz Inácio Lula da Silva está em Brasília (foto: AFP/Reprodução)
Luiz Inácio Lula da Silva está em Brasília (foto: AFP/Reprodução)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrará com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), nesta quinta-feira (6/5), e levará ao parlamentar o pedido para que as parcelas do auxílio emergencial voltem a ser pagas no valor que foi repassado ao longo de 2020, de R$ 600.

Leia: Brasília: Lula cumpre agenda de quatro dias com políticos

Ao longo dos diversos encontros que teve com políticos em Brasília nesta semana, especialmente com os deputados Marcelo Freixo (PSol-RJ), Alessandro Molon (PSB-RJ) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), o petista fez um apelo para que o benefício seja pago nos mesmos moldes do ano passado.

No entendimento de Lula, o fato de o benefício não ter sido disponibilizado nos três primeiros meses de 2021 e de, quando retomado em abril, ter sido pago a um valor médio de R$ 150 foram determinantes para o recrudescimento da pandemia da COVID-19 no Brasil.

Por conta disso, o ex-presidente tentará convencer Pacheco a fazer com que o Congresso Nacional vote um projeto para restituir o quanto antes o valor de R$ 600 do benefício. Até o momento, o governo federal só pagou uma das quatro parcelas previstas para o auxílio emergencial neste ano.

“Com certeza, Lula fará esse pedido. Ele tem ciência de que o país só não teve maiores dificuldades na economia no ano passado e conseguiu conter um pouco a pandemia por conta do auxílio a R$ 600. O fato de a pandemia ter explodido neste ano tem a ver principalmente com a redução do valor, o que fez com que muitas pessoas deixassem de ter condições para arcar com a sua subsistência”, disse a deputada Maria do Rosário (PT-RS), vice-líder da legenda na Câmara.

Apelo da sociedade

Segunda ela, caso haja um apelo da sociedade para que o auxílio retorne ao seu valor original, deputados e senadores não vão se opor ao clamor da população, mesmo que o governo alegue não ter recursos para bancar o benefício a R$ 600.

“O discurso mercadológico leva o país a uma situação de fome crônica, desemprego e morte. Agora é hora de colocar os recursos do Estado brasileiro a favor do povo. De um lado, o auxílio ajuda a economia e contribui para as pequenas empresas, e de outro, salva vidas”, destacou a deputada.


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