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Estado de Minas POLÍTICA

'Fake news é coisa de covarde', diz Maia sobre perfil falso

Presidente da Câmara dos Deputados chama criadores do perfil de 'pistoleiros e avisa: 'os cães ladram, mas a caravana passa'


postado em 06/04/2020 16:17 / atualizado em 06/04/2020 16:55

(foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA CÂMARA))
(foto: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA CÂMARA))
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), denunciou, em sua conta no Twitter, um perfil falso que se passava por ele e publicava mentiras. "Fake news é coisa de covarde. Criaram uma conta falsa com meu nome para desinformar e mentir. Pra esses pistoleiros digo: os cães ladram, mas a caravana passa. Vamos em frente que temos uma crise grave (que eles não acreditam porque a terra é plana e o vírus é conspiração)", postou Maia. 

 

Confira o tuíte:


A denúncia acontece na sequência de outra denúncia do tipo, feita pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, também filiado ao Democratas e que já exerceu mandato de deputado federal pela legenda. O Estadão/Broadcast apurou que as ações estão as coordenadas por bolsonaristas críticos a Mandetta e Maia, principalmente, diante do destaque ambos têm em ações durante a crise do coronavírus.

No domingo, dia 5, em entrevista ao programa de TV Canal Livre, da Band TV, Maia disse que se tornou vítima frequente de ataques virtuais promovidos pelo "Gabinete do ódio", grupo de assessores que trabalha no Palácio do Planalto, e que até o ministro Mandetta passou a "ser alvo de ataques absurdos" comandados pelo escritor Olavo de Carvalho.

Apesar disso, o presidente da Câmara disse entender que os disseminadores de ataques e mentiras contra o Parlamento, o ministro Mandetta e o Supremo Tribunal Federal (STF) estão "perdendo essa guerra" por conta de uma reação da sociedade e atribuiu parte dos ataques ao próprio presidente Jair Bolsonaro.

"A sociedade nesse momento começa a entender que existem muitas informações falsas, muitas mentiras e mas do que isso, muita irresponsabilidade que tem sido, muitas vezes, infelizmente, comandadas pelo próprio presidente da República", afirmou o deputado.

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