(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas

Moro abre ação contra Argello e empreiteiros por propinas em CPIs da Petrobras


['UltimaDataEdicao', '_PortalUtils__portal', '_UltimasApp', '__abstractmethods__', '__class__', '__delattr__', '__dict__', '__doc__', '__format__', '__getattribute__', '__hash__', '__init__', '__metaclass__', '__module__', '__new__', '__reduce__', '__reduce_ex__', '__repr__', '__setattr__', '__sizeof__', '__str__', '__subclasshook__', '__weakref__', '_abc_cache', '_abc_negative_cache', '_abc_negative_cache_version', '_abc_registry', '_addContentPortal', '_addConteudo', '_addFile', '_addLog', '_dothetags', '_editContentPortal', '_execSqlClear', '_exportContent', '_formatarCorpo', '_getAntProx', '_getAttrContent', '_getAttrNoticia', '_getAutorNoticia', '_getBlockquotesSite', '_getContentByRetranca', '_getDestaqueSite', '_getDublinCore', '_getFotosADSite', '_getFotosSite', '_getListContent', '_getListContentRef', '_getListTag', '_getNoticia', '_getNoticiaPublicada', '_getNoticiaPublicadaUltima', '_getRotulo', '_getSVG', '_getTag', '_getTags', '_getTipo', '_getTiposBlockquote', '_getTitleDados', '_getUltimasNoticias', '_getUltimasNoticiasAcessadas', '_getUltimasNoticiasComentadas', '_getUltimasNoticiasVotadas', '_getUrlByApp', '_getVideosSite', '_get_noticia_categoria', '_install', '_installApp', '_listarAutores', '_maisUltimasApp', '_renderLink', '_setDados', '_ultimasAplicativo', '_unistallApp', '_verifyStatusContent', 'addAutor', 'addAutori', 'addFotoAutor', 'addNoticia', 'addRotulo', 'copyFiles2Temp', 'delAutor', 'delConteudo', 'delRotulo', 'editApp', 'editAutor', 'editNoticia', 'edtRotulo', 'execSql', 'execSqlBatch', 'execSqlCommit', 'execSqlFields', 'execSqlUnion', 'execSqlu', 'execSqluFields', 'getAutor', 'getAutores', 'getTags', 'getUltimasNoticias', 'getUltimasNoticiasAcessadas', 'getUltimasNoticiasComentadas', 'getUltimasNoticiasVotadas', 'haslink', 'haslist', 'id_site', 'maisAcessadas', 'maisComentadas', 'maisDataEdicao', 'maisDataEdicaoJx', 'maisNoticia', 'maisTag', 'maisUltimas', 'maisUltimasApp', 'meta_type', 'request', 'retornarWidgets', 'runpaths', 'schema', 'title', 'ultimasAplicativo']

postado em 10/05/2016 14:49

Curitiba e São Paulo, 10 - O juiz Sérgio Moro aceitou nesta terça-feira, 10, a denúncia e abriu ação penal contra o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e outros oito acusados de arquitetar um esquema de pagamento de ao menos R$ 5,3 milhões em propinas de empresas para evitar a convocação de empreiteiros investigados na Lava Jato para depor nas CPIs no Senado e no Congresso em 2014.

Naquele ano foram instaladas uma CPI Mista e uma CPI no Senado e nenhuma delas convocou empreiteiros das grandes construtoras para depor.

Além do ex-senador e seu filho, se tornaram réus nesta terça o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, o presidente da UTC Ricardo Pessoa, um ex-assessor e um ex-publicitário que teriam atuado como operadores dos pagamentos a Argello. Os réus vão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de organização criminosa e obstrução à investigação.

No despacho que aceitou a denúncia, o juiz da Lava Jato ainda deixou em aberto se os réus vão responder por corrupção ou por concussão (extorsão) e que isso será definido ao longo da ação penal com novas provas e depoimentos dos acusados.

Esta denúncia contempla a etapa mais recente da Lava Jato, a 28ª fase chamada Vitória de Pirro, deflagrada em 12 de abril e que levou à prisão de Gim Argello, que como não foi reeleito perdeu o foro privilegiado e agora será julgado por Moro.

Nesta investigação, a Lava Jato, com base nas delações de vários dos empreiteiros, revelou que o ex-senador teria cobrado R$ 5 milhões de sete empreiteiras que atuaram no cartel na Petrobras. Algumas das empresas, como a Andrade Gutierrez, por exemplo, acabaram não pagando a propina e por isso seus executivos não foram denunciados.

Ao menos a OAS e a UTC, contudo, acertaram os pagamentos, sendo que parte da quantia foi repassada via doações oficiais para os partidos da coligação de Argello nas eleições de 2014 - formada por DEM, PR, PMN , PRTB e PTB. O Ministério Público Federal não acusa nenhum dos partidos da coligação de irregularidades pois, segundo os investigadores, não há provas de que eles tinham conhecimento de que o pagamento era decorrente dos crimes de Argello. Parte da propina teria sido entregue ainda em dinheiro vivo para Argello, incluindo uma parcela em euros e outra parte ainda teria sido destinada como doação de R$ 350 mil para uma paróquia de Brasília.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)