O juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava-Jato, deu até as 15h30 desta quinta-feira para que o Ministério Público Federal se pronuncie sobre a conversão da prisão temporária do marqueteiro João Santana e de sua mulher e sócia, Mônica Moura. Os dois estão presos desde o dia 23 de fevereiro, suspeitos de terem recebido pelo menos US$ 7,5 milhões do esquema de corrupção na Petrobras.
A PF pediu a prisão temporária de Santana e Mônica, alvos centras da 23ª fase da Lava-Jato, batizada de Operação Acarajé. Há suspeita de destruição de prova e obstrução das investigações. A autoridade analisa ainda pagamentos de valores além dos já admitidos pelo casal, por meio de repasses irregulares, envolvendo a Odebrecht e o operador de propinas Zwi Skornicki.
