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Estado de Minas

Dilma admite estar preocupada com inflação crescente

A economia vem mostrando sinais de franca deterioração, com as contas públicas no vermelho e a balança comercial deficitária


postado em 11/06/2015 17:40 / atualizado em 11/06/2015 19:08

(foto: AFP PHOTO PHILIPPE HUGUEN )
(foto: AFP PHOTO PHILIPPE HUGUEN )

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira que a inflação a "preocupa bastante" e que é imperioso baixá-la rápido, acrescentando que o país não pode conviver com uma escalada de preços.


O Brasil registra uma inflação acumulada de 8,47% nos últimos 12 meses, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na quarta-feira.


"[Os números] preocupam bastante, porque a inflação é um objetivo que nós temos que derrubar, e derrubar logo. O Brasil não pode conviver com uma taxa alta de inflação. Não pode e não vai", declarou a presidente em entrevista coletiva em Bruxelas, onde participou da cúpula entre a União Europeia e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).


Rousseff classificou como "atípica" a espiral inflacionária e responsabilizou, em parte, a seca que castiga o país há mais de dois anos e que encareceu o preço dos alimentos.


A economia vem mostrando sinais de franca deterioração, com as contas públicas no vermelho, a balança comercial deficitária, o desemprego em ascensão e uma desvalorização do real.


"O Brasil está tomando todas as medidas para se fortalecer macroeconomicamente para construir uma situação estável. Nós temos certeza de que a causa da inflação, ela não é estrutural, ela é conjuntural, é isso que eu estava querendo dizer. Um lado, a seca, o outro lado é o fato de que nós, além disso, sofremos as consequências do ajuste cambial", explicou Dilma.


"Então, esse ajuste, ele é passado para o preço. Essa passagem para o preço não acontece todos os dias, acontece enquanto está essa flutuação", completou.


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