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Estado de Minas

Liberação de recursos para estradas em Minas é motivo de troca de acusações


postado em 30/03/2015 06:00 / atualizado em 30/03/2015 07:56

Em julho de 2013, o então governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou um empréstimo de R$ 1,5 bilhão com o Banco do Brasil para as obras de pavimentação do Caminhos de Minas, entre elas as ações no Vale do Jequitinhonha. A liberação do recurso, no entanto, virou uma novela que se arrastou até as eleições do ano passado e se tornou motivo de troca de acusações entre petistas e tucanos.

“O estado já tem esse empréstimo autorizado no Banco do Brasil. É um recurso que resolveria as dívidas com empreiteiras e poderia representar novos investimentos. No ano passado, vimos uma má vontade imensa do banco e, por uma questão política, o dinheiro acabou não sendo liberado. Agora que o PT está no governo, esse dinheiro pode sair”, afirma o deputado Gustavo Corrêa (PSDB), integrante da comissão de Transporte e Obras Públicas na Assembleia Legislativa.

Para o líder de governo na Assembleia, deputado Durval Ângelo (PT), os problemas com as obras nas rodovias estaduais é resultado da falta de planejamento e controle de gastos da administração tucana. “Temos hoje quase R$ 500 milhões de obras não pagas. Estão prontas, mas o governo passado deixou sem quitar. Só a partir da aprovação do orçamento o estado terá condições de avaliar o que poderá ser retomado”, diz. Segundo ele, obras na saúde e na educação também enfrentam paralisações e podem ser priorizadas até o final do ano. “Os problemas deixados nos cofres do estado nos obrigam a definir as prioridades. Nas estradas serão feitas apenas aquelas obras que causam maiores prejuízos para as populações.” Durval ressalta que serão necessárias novas conversas com o BB para que o crédito seja liberado.


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