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Estado de Minas

Duas testemunhas comparecem para depor na CPMI do Cachoeira com habeas corpus


postado em 08/08/2012 11:02 / atualizado em 08/08/2012 11:04

As duas testemunhas a serem ouvidas nesta quarta-feira pela Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do Cachoeira comparecerão aos depoimentos munidas de liminares concedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que garantem a elas o direito de não responder às perguntas dos integrantes da comissão. O primeiro depoimento é da empresária Andrea Aprígio, ex-mulher do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, principal alvo de

investigação da CPMI. Ele está preso desde fevereiro, em Brasília. Andrea Aprígio é dona do laboratório Vitapan e suspeita de atuar como "laranja" da organização. Ela foi casada com Cachoeira por quase 20 anos. O outro depoente de hoje é Rubmaier Ferreira de Carvalho, contador das empresas de fachada que teriam sido usadas pela organização criminosa supostamente liderada por Cachoeira. De acordo com a Polícia Federal, Rubmaier tem participações na Brava Construções e na Alberto & Pantoja, as duas principais empresas usadas para o suposto esquema, que teria movimentado de 2010 a 2011, cerca de R$ 40 milhões.


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