
No telefonema de cerca de dez minutos, Dilma voltou a colocar à disposição de Chávez a estrutura hospitalar brasileira e uma equipe médica para avaliar o quadro dele. Chávez ficou de estudar a proposta. O primeiro convite para o líder da Venezuela realizar tratamento no Brasil foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, ao chanceler venezuelano, Nicolás Maduro. Segundo o porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena, a conversa foi "calorosa".
