
Preso há quatro anos no Brasil, Battisti foi libertado no dia 9 de junho por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), e assim que deixou a prisão, entrou com o pedido para ficar no país. A definição do CNI foi tomada por um grupo de representantes de nove ministérios e de entidades que representam trabalhadores e empregadores.
O ex-ativista foi condenado à prisão perpétua na Itália por assassinar quatro pessoas nos anos 1970, enquanto fazia parte de uma organização comunista. Battisti fugiu para o Brasil, onde foi preso, apesar de negar a autoria dos crimes.
