
“Acreditamos que o cooperativismo vá predominar neste século, em detrimento do capitalismo e do socialismo, é uma evolução natural. Em cidades onde a doutrina está presente, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é sempre maior”, afirma Paulo Rangel, diretor de Controle da Unimed Federação Minas. Foi com o propósito de aprimorar a qualidade da assistência em saúde, valorizando o trabalho médico, que a Unimed tornou-se líder do mercado de planos de saúde no Brasil. Somente em Minas Gerais, atualmente mais de 17 mil médicos cooperados trabalham no cuidado aos quase 3 milhões de clientes. A empresa detém 58,62% de participação no mercado e está presente em 97% do território mineiro.
O Sistema Unimed se organiza a partir dos sete princípios do cooperativismo. São eles: a adesão voluntária; a gestão democrática; a participação econômica dos membros; a autonomia e a independência; a educação, a formação e informação; a intercooperação e o interesse pela comunidade. Segundo Paulo Rangel, o grande diferencial para o sucesso do modelo no segmento de saúde é a possibilidade dos médicos serem donos do próprio negócio. “Ao contrário das operadoras mercantis, onde busca-se o lucro e ele fica concentrado nas mãos de poucas pessoas, no cooperativismo todos que compõem o sistema têm participação nas decisões e na partilha dos resultados. Isso se reflete diretamente na qualidade de atendimento aos pacientes”.
A expressiva capilaridade é outro fator que garante o sucesso da Unimed no estado. As 68 cooperativas médicas que compõem o Sistema, em Minas, trabalham por meio do intercâmbio, que garante ao cliente Unimed de uma operadora, ser atendido em qualquer região do estado e do país, dependendo do plano contratado. Esse é um diferencial que só o modelo cooperativista permite, com operadoras que atuam de forma independente, porém integradas ao modelo de negócio de um Sistema único, proporcionando um alto padrão de qualidade no atendimento e assistência a seus clientes.
