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Estado de Minas Pandemia - Novos rumos na Educação

Entenda como a pandemia transformou o modelo de ensino no Brasil

Especialista do Centro Universitário Newton Paiva explica os impactos que o surgimento da COVID-19 teve no EaD e como a credibilidade da modalidade aumentou durante o período de isolamento social


Newton Paiva
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Newton Paiva
postado em 26/10/2020 10:40 / atualizado em 26/10/2020 10:42

(foto: Freepik)
(foto: Freepik)

 
O ano de 2020 tem sido desafiador para o mundo. Cada setor da economia e da sociedade sofreu transformações, e a vida passou a ser praticamente online. No setor da educação não foi diferente, mesmo para as instituições que já estavam habituadas com aulas virtuais, por oferecerem Ensino a Distância.

De acordo com Ricardo Pacheco, diretor do EAD do Centro Universitário Newton Paiva, com a chegada da pandemia, o EaD precisou se estruturar para receber milhares de estudantes que estavam no modelo presencial. “As instituições que não operavam com o EAD se viram obrigadas a improvisar e tiveram mais dificuldades nesta virada de modelo, ao passo que as que já ofereciam ensino a distância se adaptaram com rapidez. Foi preciso investir em estrutura tecnológica para atender este novo público, capacitar professores e alunos para utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem e, principalmente, implantar uma nova cultura organizacional, a da educação digital”, explica Pacheco.
 
 

Diferenças entre EaD e Aulas ao Vivo

 
Outra grande dúvida que surgiu com a pandemia foi a diferença entre o modelo EaD e o remoto. Ricardo afirma que o Ensino a Distância é quando a emissão e a recepção do conteúdo pedagógico ocorrem com a intermediação de tecnologias educacionais, de forma síncrona ou assíncrona, e sem a presença física de alunos e professores. 
 
Já nas aulas ao vivo, convencionadas como “modelo remoto”, o aluno e professor tem dia e horário para “comparecer” a aula, como se estivessem no modelo presencial, houve apenas o distanciamento físico entre os envolvidos, que passaram a utilizar o ambiente virtual de aprendizagem.
 

Eficácia e vantagens do EaD


Antes visto como menos eficaz, o modelo de Ensino a Distância passou a ser mais bem visto e aceito na sociedade e no mercado de trabalho, após a chegada da pandemia. Novo normal, novas regras e novos paradigmas. Afinal, as vantagens de não precisar estar presencialmente nas aulas são inúmeras. 

Mensalidade até 75% mais baixas do que nos cursos presenciais e flexibilidade para estudar quando e onde quiser são as mais atrativas. O bolso, a vida profissional e a pessoal agradecem.

Outra vantagem do EaD são as infinitas possibilidades de inovações tecnológicas. Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) estão cada vez mais amigáveis, tornando a experiência do aluno mais produtiva e prazerosa. 
 
A incorporação de tecnologias como inteligência artificial e realidade aumentada também podem agregar muito para a modalidade.

Segundo Pacheco, o planejamento e disciplina são as grandes chaves do sucesso para quem optar pelo EaD. “Ao contrário do que parece, estudar a distância é difícil e requer disciplina e organização. Existem prazos e tarefas que precisam ser cumpridas e conteúdos que exigem foco e dedicação, pois serão cobrados nas avaliações”, ressalta o diretor da Newton Paiva.

As notas similares no MEC entre cursos presenciais e a distância não deixam dúvidas sobre a eficácia do modelo virtual. Porém, Ricardo ressalta que alguns cursos, como os de saúde, necessitam de aulas práticas e, por isso, o modelo híbrido é fundamental para garantir uma formação de qualidade.

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