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Espaço do leitor


postado em 06/05/2019 05:10

RELATO
A difícil vida de técnico esportivo


Carlos Eduardo Guilherme
Ex-técnico de voleibol

“A profissão de técnico esportivo, embora pareça festiva e alegre, talvez seja a mais árdua e espinhosa entre todas. Na conceituação geral, injustificadamente, quando uma equipe vence, a façanha é atribuída aos atletas, mas, quando perde, é por culpa da direção técnica. É preciso inverter essa equação. Durante o jogo, o técnico deverá concentrar toda a atenção no desempenho das suas equipes para distinguir, o mais rápido possível, onde se localizam as falhas, a fim de corrigir os defeitos que detectar seu time e orientá-lo no sentido de anular os pontos positivos e explorar os pontos negativos da equipe adversária. Por isso é importantíssimo o trabalho de espionagem à equipe concorrente. Essas providências serão necessárias para que não haja surpresas durante o jogo. É muito comum um técnico ser considerado um bom treinador e não ter um bom desempenho à beira do campo, e vice-versa. Convenhamos que ser treinador é uma coisa, técnico é outra. É interessante observar que, nas substituições, o técnico deverá contar com um pouco de sorte. Já vi técnicos fazerem substituições pouco recomendadas darem certo. Mas também, em outras situações, vi substituições perfeitamente corretas e coerentes em que deu tudo errado. O imponderável faz parte do jogo. Em uma disputa, uma mesma substituição poderá dar certo, e em outro momento, dar errado. Além da comissão técnica, a grandeza e a projeção da equipe dependem da contribuição de cada um de seus integrantes. É natural que determinados atletas deem maior contribuição para o sucesso da equipe do que outros. É lamentável, entretanto, que uma minoria chegue ao cúmulo de prejudicar, não justificando sua presença em campo. O apoio dos dirigentes, a qualidade dos treinamentos, a participação atuante e vibrante do técnico durante os jogos, as condições físicas dos atletas, o desempenho técnico individual e o sistema tático coletivo exercem grande influência no resultado final das partidas. Entretanto, as vitórias são mesmo conquistadas por disciplina, espírito de equipe, desejo de vencer, seriedade e brio dos jogadores. Uma equipe composta por atletas covardes, indisciplinados e indiferentes à vitória e à derrota dificilmente conseguirá obter resultados que sejam dignos de louvor. O atleta, por melhor que seja individualmente, se for desgarrado do espírito de equipe e dos objetivos dos demais companheiros, torna-se uma peça inútil e, pior, prejudicial ao time. Nas vitórias, tudo são flores e afagos. Nas derrotas, o bicho pega. É prudente que os técnicos façam o máximo que puderem em benefício de seu clube e zelem pelos interesses da equipe. Todavia, dentro de certa linha de equilíbrio emocional, ética e elegância. Portanto, eles devem ter muito cuidado com declarações e atitudes. Podemos perder o jogo, mas, jamais, a linha e a compostura.”

VITÓRIAS
O superpoder da mãe executiva


Ana Carolina Ramos
Belo Horizonte

“Aos 28 anos, gerenciava uma equipe de quase 1 mil colaboradores. Foi quando percebi que meu relógio biológico começava a dar sinais de que o grande momento se aproximava. Após um ano de planejamento, tive a sorte de ser a escolhida do Eduardo, meu filho. Apesar de possível, a mulher faz um esforço enorme para conciliar os muitos quilos ganhos, os enjoos e continuar a administrar uma equipe de ponta. Optei por trabalhar até o último dia da gestação. No dia 4 de março, de 2009, trabalhei até as 21h, e, depois de chegar em casa, minha bolsa rompeu. Eu não tinha a menor ideia do quanto a minha vida mudaria a partir daquele dia. No retorno da licença maternidade, optei por empreender e, com isso, tive a grata oportunidade de acompanhar meu filho mais de perto por quatro anos. O trabalho era ainda mais pesado, mas ter horários flexíveis enquanto os filhos são pequenos é, de fato, um grande diferencial. Quando o Eduardo estava com 5 anos, recebi o convite para assumir a superintendência administrativa de dois hospitais. Tive o forte apoio do meu marido e da minha família nos momentos em que precisava me ausentar para viagens ou reuniões fora do horário. Se você é um recrutador que elimina mulheres na faixa dos 30 anos em função do ‘risco da gravidez’, te adianto que está na hora de rever seus conceitos. A característica maternal da mulher contribui para o relacionamento com o grupo e para a formação de equipes de alta performance. Sabemos administrar o tempo, conflitos, e trazemos uma sensibilidade ímpar para o ambiente de trabalho. Somos dotadas de um superpoder, muito melhor do que os dois braceletes indestrutíveis da mulher-maravilha, que repele balas e raios, ou de sua tiara, que funciona como bumerangue. Conseguimos, como ninguém, ser fortes sem perder a ternura. Hoje, as minhas vitórias têm um cheirinho de abraço de filho. É muito gratificante vencer na carreira e pensar que meu filho terá orgulho das minhas conquistas.”

EM.Com

Desemprego preocupa Bolsonaro e reflete em baixa da popularidade
“Existem medidas concretas que deverão dar resultados consistentes no médio e longo prazo. A MP881 é uma delas. O triste é depender do Congresso pra votar as mudanças necessárias.”
Dayve Dmp

“Está faltando jogo de cintura e mais ousadia. Até agora, nada de grande relevância. Se não agir rápido, perde a credibilidade.”
José Francisco

“No Dia do Trabalho, em seu pronunciamento, um presidente pela primeira vez na história não se referiu ao trabalhador. Ao invés disso, destinou seu discurso para empresários e mercado. Tempos sombrios.”
Gustavo

“Injustiça dizer que ele não está fazendo nada: proibiu o comercial do BB e acabou com o horário de verão.”
Murilo Garcia

Arte das ruas toma conta da Esplanada do Mineirão
“Parabéns para os artistas! Menos cinza para a esplanada!”
Agnaldo Panzera

“Belo Horizonte está cheia de iniciativas assim... Continuem!”
Maíra Lopes

“Muito bacana! Precisamos também plantar árvores, que foram arrancadas para as obras no local.”
Margareth Ferraz Trindade

“A passarela da Lagoinha ficou linda também.”
João Fabiano Alcino

Desemprego preocupa Bolsonaro e reflete em baixa da popularidade
“Ele pegou uma herança maldita! Não tem como, em cinco meses, resolver tudo.”
Bruno Santos

 


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