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Sem perda de tempo

Com certeza, poderemos progredir, rapidamente, com inteligência e longe da mediocridade


postado em 30/04/2019 05:07

 



O Brasil tem pressa em retomar o crescimento sustentável e, diante das seguidas projeções de queda do Produto Interno Bruto (PIB), todos têm o dever de impulsionar os mecanismos para que a economia volte a apresentar índices compatíveis com a grandeza do país. A começar pela urgentíssima reforma da Previdência, cuja admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) ficou tempo precioso demais sendo debatida. A população, inicialmente confusa com o bombardeio de informações distorcidas sobre a reforma, difundidas pelos grupos que sempre apostam no quanto pior melhor, agora está ciente da importância das mudanças no sistema previdenciário para que o mesmo não exploda dentro de alguns anos.

É de extrema importância o engajamento do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, na batalha pela aprovação da proposta encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional. Conhecedor dos meandros do Legislativo, com sua experiência, Maia é peça-chave para o sucesso da reforma. Os dois encontros recentes do parlamentar com o presidente Jair Bolsonaro selam a reabertura de um canal de diálogo, importantíssimo, entre os dois, para que a reforma da Previdência não seja mais retardada. A conversa foi considerada excelente pelo chefe do Executivo e não deixa dúvida quanto à necessidade de o país vencer esta etapa, já que outras da mesma magnitude têm de ser transpostas proximamente, como as reformas tributária e política.

Nesses pouco mais de três meses de governo Bolsonaro, as denominadas "crises" no Executivo, que na visão de alguns retardaram ações governamentais, na verdade não passaram das conhecidas intrigas palacianas. Elas sempre existiram, em todas as épocas, mas agora são de conhecimento mais amplo por causa da penetração das mídias sociais, sendo o fenômeno mais um desserviço das chamadas novas mídias. Seus protagonistas têm a obrigação de se conter e entregar suas diferenças ao lugar devido, ou seja, à insignificância.

Um país do tamanho e da importância do Brasil não pode perder tempo com mexericos de gabinetes, que só atrapalham o bom andamento da condução e solução dos sérios desafios enfrentados por todos. É hora de as pequenas discordâncias serem deixadas no passado e a imprensa tem papel fundamental em bem informar e esclarecer a sociedade sobre os reais problemas da nação.

O Planalto vem acertando em muitas áreas, como no Ministério da Economia, que segue seu rígido programa liberal difundido com profundidade desde o período eleitoral. O ministro Paulo Guedes não se furta ao debate e defende com coerência seus pontos de vista, mostrando com clareza a herança deixada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados. As privatizações, única forma de atrair recursos para tirar a infraestrutura do atoleiro em que se encontra, ganharam força. Está na mira da equipe econômica a transferência ao capital privado de empresas estatais deficitárias, a exemplo da Eletrobras, além de outras como refinarias da Petrobras, BR Distribuidora, Correios e 12 aeroportos administrados pela Infraero.

Outros ministérios vêm se destacando, como o da Justiça e Segurança Pública, que já enviou para apreciação do Congresso o pacote de combate à corrupção e ao crime organizado; o Ministério da Infraestrutura, com a política de renovação e outorga de concessões; e o Ministério da Agricultura, setor estratégico da economia, entre outros. Se lembrarmos de passado não muito distante, não há como negar que o país está em situação bem diferente e melhor. E, com certeza, poderemos progredir, rapidamente, com inteligência e longe da mediocridade.




Frases

"O ex-presidente e presidiário Luiz Inácio Lula da Silva parece estar em um processo avançado de esclerose"

. João Doria (PSDB), governador de São Paulo, ao criticar a entrevista concedida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

"A prefeitura vem tentando colocar em prática políticas de ajuda a esse pessoal em extrema pobreza"
.Alexandre Kalil (PHS),  prefeito de Belo Horizonte, ao anunciar conjunto de medidas para atacar a pobreza extrema, caracterizada por famílias com renda per capita de até R$ 89

 


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