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Estado de Minas

Espaço do leitor


postado em 12/02/2019 05:08

DÚVIDA
Leitor questiona
utilidade do Crea


Sérgio Moreira
Belo Horizonte

"Dizem que o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) tem a função de verificar obras – não sou engenheiro, apenas cidadão brasileiro, ou do mundo. Da obrigatoriedade de registro da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Essa organização é o instrumento que define, para os efeitos legais, os responsáveis técnicos pela execução de obras ou prestação de serviços relativos às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Todo contrato escrito ou verbal para a execução de obras ou prestação de serviços relativos às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea fica sujeito ao registro da ART no Crea, em cuja circunscrição for exercida a atividade. Quando o contrato englobar atividades diversas no campo da engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, e no caso de coautoria ou corresponsabilidade, a ART deverá ser desdobrada através de tantos formulários quantos forem os profissionais envolvidos na obra/serviço. Nenhuma obra/serviço poderá ter início sem a competente Anotação de Responsabilidade Técnica (artigo 28 da Resolução 1.025/09). Quando ocorrer prorrogação, aditamento, modificação de objetivo ou qualquer outra alteração contratual que envolva obras ou prestação de serviços de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, será gerada a obrigatoriedade de ART complementar, vinculada à principal. Nos casos de substituição ou inclusão de responsáveis técnicos, além do previsto no contrato, será gerada a obrigatoriedade de nova ART vinculada à principal. Qualquer alteração do cargo, da função técnica ou da circunscrição obriga o profissional a solicitar a baixa da ART e a proceder à anotação de nova ART. Pelo que tenho visto, viadutos caindo, incêndios em edificações, edificações rachando e até desmoronando em várias cidades, fica a pergunta: o Crea serve para quê então?"

Barragens
O  que resta
são armadilhas


Ricardo Arnaldo Malheiros Fiuza
Belo Horizonte

"Leio nos jornais, vejo na televisão e ouço, nas conversas, as terríveis notícias do horrível desastre de Brumadinho, sobretudo humano. Lembro-me das aulas de direito penal na 'Casa de Afonso Pena', quando aprendi o conceito do dolo eventual, muito maior do que a culpa. E recordo-me de dois escritos meus, que valem a pena, aqui, repetir, em trechos. O primeiro texto, publicado pelo o jornal Estado de Minas em 1976, descreve uma visita à 'outrora bárbara bela Serra do Curral (antes que seja tarde)'. Destaco o seguinte trecho: 'Mas nem todo o cenário era de paz e natureza: à nossa esquerda, o Acaba-Mundo, inteiramente acabado mesmo, por cortes e veios profundos, deixava exposto ao sol o resto de minério escuro e brilhante; à direita, despontava o Pico do Curral, último baluarte da luta contra imensos dragões de metal amarelo, que já devoravam as elevações vizinhas em uma fome devastadora. Deus cometeu um grande engano, perdão pelo sacrilégio, quando projetou o vale por onde, no passado, corria límpido e encorpado o Arrudas, para protegê-lo dos ventos e das tempestades, fez a montanha. E quis fazê-la forte, de ferro. Aí o triste erro. Mal sabia Ele, em sua infinita bondade, que justamente aquele minério decretava a morte da serra, milhões de anos depois...' E em outro texto, publicado em 2005, eu disse: 'Já se tornou cansativa a história de se dizer que Portugal saqueou o ouro e as pedras preciosas do Brasil. Na verdade, Portugal extraiu de um território colonial os ricos minerais que nem sempre soube aplicar bem na metrópole. Mas deixaram aqui a sua marca humana e urbana em Pernambuco, na Bahia, no Maranhão, no Rio de Janeiro e, sobretudo, em Minas Gerais, o mais luso e férreo dos estados brasileiros. Ouro Preto, Mariana, São João del-Rei, Tiradentes, Sabará, Pitangui, Serro, Congonhas e Diamantina são joias barrocas engastadas nas montanhas mineiras, trazendo, hoje, a riqueza das divisas turísticas e a beleza arquitetônica'. E, no mesmo texto: 'Hoje, o que se vê aqui no Brasil? Grandes empresas nacionais ou multinacionais retiram os ainda abundantes e preciosos minérios e, ao lado das crateras que ficam, restam tristes acampamentos vazios, máquinas abandonadas.' E as armadilhas das barragens de rejeito."


EM.COM.BR

COBRANÇA DE BOLSONARO REPERCUTE MAL ENTRE POLICIAIS FEDERAIS
"Parte da Polícia Federal (PF) está sensível demais. A esquerda detonou com essa corporação. Cinco meses depois, e ainda não descobriram os mandantes? Se fosse o FBI, no dia seguinte tudo estaria desvendado. Quem adulterou o controle de visitas da Câmara dos Deputados? Quem pagou os advogados do Adelio?"
• Camila

"Claro que os policiais federais, responsáveis como são, não fariam este tipo de comentário, pois é direito de todo cidadão cobrar uma rápida investigação dos órgãos competentes. Contudo, estão demorando demais a dar uma resposta para sociedade brasileira sobre quem foi o mandante do ataque ao nosso presidente. É responsabilidade da Polícia Federal, são pagos com o nosso dinheiro, então que solucionem o caso. Tenho certeza da competência da PF, essa resposta não deve tardar."
• Leonardo Aparecido Neto



FACEBOOK

VEJA COMO FICARIA CONGONHAS EM CASO DE ROMPIMENTO DAS BARRAGENS QUE CERCAM A CIDADE
"Deus é pai. Senhor, proteja e ampare. Amém."
• Maria Alice

"Não entendo por que as autoridades, vendo o risco que a população corre, permitem que as empresas construam este tipo de barragens."
• Joelma Costa

"Como esse povo consegue dormir à noite?"
• Julia Maria

DESENVOLTURA DE MOURÃO DESPERTA A IRA DE EVANGÉLICOS
"Quando votaram no Bolso, o vice vinha junto, ou eles já se esqueceram do que repetiam à exaustão sobre o governo passado? Memória curta, hein?"
• Demétrius Cunha

"Bancada evangélica pressionando? Pague os 10% Mourão,  que aí fica tudo numa boa."
• Maryah Nogueira


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