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Estado de Minas

Barragem que rompeu na Bahia tem água salobra e pertence a órgão do governo do estado

Estrutura foi construída em 2004 pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em Pedro Alexandre, na divisa com Sergipe


postado em 11/07/2019 16:29 / atualizado em 11/07/2019 18:47

(foto: Reprodução )
(foto: Reprodução )


O prefeito de Pedro Alexandre, Carlinhos Sobral, afirmou que a barragem que se rompeu na manhã desta quinta-feira, 11, no distrito de Quati, foi construída pelo governo do Estado e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em 2004. No povoado de Quati vivem cerca de 50 famílias.

Ainda segundo o prefeito, a barragem é de água salobra que é muito utilizada para pesca pelos moradores do povoado. "Nunca teve isso que está acontecendo aqui em Pedro Alexandre. Nem os moradores mais velhos lembram de algum dia termos tido chuvas tão fortes como estas que ocorreram nos últimos dias", disse. 
(foto: Diego Santos/ Defesa Civil Coronel João Sá/ Divulgação)
(foto: Diego Santos/ Defesa Civil Coronel João Sá/ Divulgação)

A prefeitura publicou no Diário Oficial do Município decreto de situação de emêrgência e estado de calamidade pública. A publicação explica que as fortes chuvas que tem caído no município desde o último domingo (7), e tem causado inundações, enxurradas e alagamentos na cidade. Explica ainda que isso tem ocasionado danos materiais em residências, vias públicas, pontes e equipamentos públicos. O decreto também alerta que, por conta do mau tempo, tem sido impossível transitar por diversas estradas municipais, mas não menciona o rompimento da barragem. "Publicamos hoje um decreto de situação de emergência. Paramos as escolas, paramos tudo, porque a cidade está toda desmantelada", afirmou o prefeito. 
 
(foto: Junior Nascimento /Prefeitura Coronel João Sá)
(foto: Junior Nascimento /Prefeitura Coronel João Sá)
 

O documento determina a suspensão das aulas da rede pública municipal, em razão dos danos causados nas estradas municipais que impossibilitam o transporte dos alunos, por tempo indeterminado, e autoriza a mobilização de todos os órgãos muicipais para atuarem sob a direção da coordenadoria municipal de proteção e defesa civil nas ações de resposta ao desastre.

Além disso, prevê mobilização para reabilitação do cenário e reconstrução/desobstrução de vias, além da convocação de voluntários para realização de campanhas de arrecadação junto à comunidade.
 
 
 
(foto: Diego Santos/ Defesa Civil Coronel João Sá/ Divulgação)
(foto: Diego Santos/ Defesa Civil Coronel João Sá/ Divulgação)
 

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