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Estado de Minas

PRF prende homem com 200 quilos de pasta base de cocaína no Rio

Droga era trazida de Manaus em caminhão e seria entregue em posto


postado em 07/07/2018 09:23 / atualizado em 07/07/2018 09:30

O motorista foi parado em uma blitz da PRF no posto de pedágio de Xerém, quando trafegava na pista em direção ao Rio(foto: PRF Rio/Divulgação )
O motorista foi parado em uma blitz da PRF no posto de pedágio de Xerém, quando trafegava na pista em direção ao Rio (foto: PRF Rio/Divulgação )

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na Rodovia Washington Luiz (BR-040), em Xerém, na Baixada Fluminense, um motorista de caminhão, trazendo de Manaus (AM), mais de 200 quilos de pasta base de cocaína e 80 quilos de skank (supermaconha, cultivada em laboratório, também conhecida como skunk), escondidos no tanque de combustível.

O skank é uma droga muito mais potente que a maconha. Ambas são retiradas da espécie Cannabis sativa e, por esse motivo, possuem em suas composições o mesmo princípio ativo, o THC (Tetra-hidro-canabinol). A diferença do skank é que o cultivo da planta ocorre em laboratório. O preparo da Cannabis sativa para obtenção do skank é feito em estufas com tecnologia hidropônica (cultivo em água).

O motorista foi parado em uma blitz da PRF no posto de pedágio de Xerém, quando trafegava na pista em direção ao Rio. Ao ser abordado, ele mostrou sinais de aparente nervosismo e ao ser perguntado para onde ia, acabou confessando que trazia droga escondida no tanque do veículo e que seria para abastecer favelas do Rio. O compartimento foi aberto e as drogas, divididas em tabletes, estavam embaladas a vácuo.

De acordo com a PRF, após refinada, a pasta base poderia render o triplo da quantidade ao ser transformada em cocaína. O skank e a pasta base de cocaína foram avaliados em cerca de R$ 3 milhões.

O motorista disse que entregaria a carga em um posto de gasolina na Avenida Brasil, zona norte do Rio, e que receberia R$ 3 mil pela encomenda. O motorista foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá, zona portuária do Rio, onde foi indiciado por tráfico de drogas. Ele foi encaminhado a um presídio do estado, onde ficará à disposição da Justiça, aguardando julgamento.

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