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Estado de Minas POÇOS DE CALDAS

'Eu já sabia que ele ia viver', diz mãe de bebê que nasceu com 455 gramas

Luca nasceu com 26 semanas de gestação; ele deixou o CTI e segue na ala pediátrica para fazer o desmame do oxigênio


28/08/2020 15:33 - atualizado 28/08/2020 18:07

Bebê prematuro nasceu no dia 13 de maio(foto: Santa Casa de Poços de Caldas )
Bebê prematuro nasceu no dia 13 de maio (foto: Santa Casa de Poços de Caldas )
Após três meses de muita luta, Luca Augusto Marin, que nasceu com 26 semanas e apenas 455 gramas, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) da Santa Casa de Poços de Caldas, no Sul de Minas. O pequeno segue na ala pediátrica para fazer o desmame do oxigênio.

 

Luca é um caso de bebê prematuro extremo(foto: Família )
Luca é um caso de bebê prematuro extremo (foto: Família )
Segundo a pediatra Bárbara Lusvarghi, Luca nasceu no dia 13 de maio. Ele é um caso de bebê prematuro extremo. “Essa idade gestacional até quem tem um índice considerável de sobrevida. Mas o que acontece é que, além de prematuro, Luca nasceu com o peso muito baixo. Bebês assim podem apresentar complicações com internações prolongadas e, quando sobrevivem, podem ter sequelas”, explica a médica.

 

Luca está se recuperando bem e pesa 3,105 quilos(foto: Família)
Luca está se recuperando bem e pesa 3,105 quilos (foto: Família)
A mãe de Luca, Angélica Marin Silva, sempre esteve confiante. O Luca é o segundo filho da mulher. “Eu já sabia que ele ia viver. Nesse tempo, sempre conversei com Deus e dizia que, se ele tivesse me dado o Luca de presente, que ele deixasse esse presente comigo. E isso se confirmou. Nós estamos aqui com essa grande vitória. Ele está engordando e hoje pesa 3,105 kg. É uma benção em nossa vida”, comentou a mãe. 

"Para quem acredita, é um milagre"

O caso é considerado quase um milagre para equipe que cuidou do Luca. “Para quem acredita é um milagre! Quando Luca nasceu, não sabíamos se ele iria resistir. Mas, assim que ele nasceu, ele chorou e mostrou pra gente que queria sobreviver. Aí, nós investimos nele e cuidamos dele com todo o carinho. O mérito é de toda a equipe, que deu o melhor nesse período que ele foi muito forte”, diz a médica.

 

Luca já deixou o CTI e segue na ala pediátrica para fazer o desmame do oxigênio. “Vamos tentar tirar mais um pouquinho de oxigênio para ver se conseguimos mandar o Luca sem oxigênio para casa. É difícil precisar o tempo necessário, porque varia de um bebê para o outro. Mas, a família é muito cuidadosa, acredito que não deve demorar”, ressalta.

 

 

 

 


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