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Estado de Minas CASO BRUNO

Advogado pede ao STJ paralisação do processo


postado em 01/10/2010 10:40

O advogado Ércio Quaresma, que defende o goleiro Bruno Fernandes e outros suspeitos, confirmou na manhã desta sexta-feira que pediu a paralisação do processo que acusa seus clientes pela morte de Eliza Samudio. Segundo Quaresma, o Ministério Público “arrumou” um homicídio para alguém que não está morto, pois o corpo da jovem ainda não foi encontrado.

Ele também voltou a questionar a competência da juíza Marixa Fabiane Lopes do Tribunal do Júri de Contagem para julgar o caso. O advogado explicou novamente que, de acordo com a denúncia do Ministério Público Eliza teria sido assassinada na casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos. A residência fica em Vespasiano e por esse motivo o crime não deveria estar sendo julgado em Contagem.

O recurso foi entregue ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, na noite de quinta-feira. Desde o início do processo, o advogado vem questionando a competência da juíza para analisar o caso. Essa é a segunda tentativa de Quaresma de paralisar o andamento do processo.

Bruno e outros oito suspeitos foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. Já o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi indiciado por homicídio qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver. A denúncia foi feita pelo promotor de Justiça Gustavo Fantini, em agosto deste ano.

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