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Estado de Minas

Dilma é acusada de receber R$12 milhões ilicitamente


postado em 07/06/2016 15:00

Em acordo de Delação Premiada, Marcelo Odebrecht revelou, segundo a publicação da Revista ISTOÉ, que o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, cobrou R$ 12 milhões de Marcelo, entre o 1º e 2º turnos, para fazer um pagamento ?por fora? (via caixa dois) para o marqueteiro João Santana e para o PMDB, em 2014, durante o período eleitoral.

O empresário, a priori, se recusou a fazer o repasse, mas diante da insistência de Edinho, decidiu procurar Dilma Rouseff. A posteriori, em encontro pessoal, o empreiteiro e a Presidente afastada dialogaram:

Presidente, resolvi procurar a senhora para saber o seguinte: é mesmo para efetuar o pagamento exigido pelo Edinho?

É para pagar, respondeu Dilma.

A história narrada, sendo verídica, é devastadora para as pretensões de Dilma de regressar ao poder, pois é a primeira vez que seu nome aparece numa citação concedida para a Operação Lava Jato, mediante o instituto da Delação Premiada.

O ex-ministro da Comunicação, Edinho Silva, nega veemente todas as alegações proferidas na delação e afirma que tal acusação tem por objetivo criar um maior desgaste político e, no atual momento, viabilizar o impeachment.

Dilma tem refutado os fatos e enalteceu, em entrevista à Folha, em maio desse ano, ter realizado apenas pagamentos declarados a João Santana, totalizando R$70 milhões, por meio do contrato de comunicação da campanha eleitoral.

Marcelo Odebrecht ainda deverá envolver, no que vem sendo chamado de ?delação das delações? ou ?delação definitiva?, ao menos 38 políticos, reservando um capítulo em especial ao ex-presidente Lula, detalhando como se deram as obras do sítio em Atibaia (SP), cuja propriedade é atribuída ao petista.

FONTES: Revista ISTOÉ e FOLHA

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