Convocação de chefes de facções não será prioridade na CPI do Crime Organizado

De 32 equerimentos na CPI, quatro miram lideranças do PCC

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A realização de oitivas de lideranças de facções criminosas não será prioridade na CPI do Crime Organizado. Um dia depois da instalação da comissão, nesta quarta-feira, 5, quatro dos 32 requerimentos apresentados miraram nomes importantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Senadores da Comissão ouvidos pela coluna consideram que seria “perda de tempo” aprovar a convocação de lideranças de facções como PCC e Comando Vermelho porque os chefes, e seus “braços direitos”, não irão colaborar com o principal objetivo da CPI: a elaboração de um plano para combater o crime organizado no Brasil.

A maior parte dos requerimentos apresentados até agora convida secretários de segurança, governadores, delegados de Polícia Civil e da Polícia Federal e especialistas sobre segurança pública para prestar depoimento.

Os requerimentos no Senado que miram lideranças do PCC foram apresentados pelo senador Marcos do Val, do Podemos do Espírito Santo. Um dos documentos pede a convocação de Juvenal Herbas Camacho Júnior, o Júnior, irmão de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como chefe máximo do PCC.

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