Consumo das famílias ainda mantém indústria e serviços em alta e PIB cresce 0,4%

Com esse resultado, a geração de riquezas no país atingiu o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996 pelo IBGE. Mesmo com juros altos, brasileiros têm recorrido ao crédito para comprar bens e serviços

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Como esperado, o Produto Interno Bruto (PIB) no 2º trimestre de 2025 registrou um crescimento de 0,4%, uma desaceleração em comparação com o 1º trimestre, quando a expansão foi de 1,3%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 2, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O resultado positivo foi impulsionado pelas altas do consumo das famílias (0,5%), da indústria (0,5%) e do setor de serviços (0,6%). 

Com o crescimento registrado entre abril e junho, a geração de riquezas no país atingiu R$ 12,3 trilhões nos últimos quatro trimestres, o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996 pelo IBGE.

Segundo o instituto, o consumo das famílias tem surpreendido, mesmo com os juros altos no país. O crescimento nominal das operações de crédito para as pessoas físicas totalizou 12,9% no 2º trimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa pujança decorre da alta da massa salarial real e dos programas de transferência de renda.

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