Denúncia de trama golpista faz Supremo aumentar fiscalização na deep web

O tribunal passou a se preocupar mais com segurança após os ataques do 8 de Janeiro e do atentado com explosivos na Praça dos Três Poderes, em novembro passado

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O departamento de segurança do STF intensificou nos últimos dias o monitoramento de informações que circulam na deep web, na dark web e em grupos específicos de WhatsApp. A intenção é identificar pessoas ou grupos que ameacem a segurança do tribunal e dos ministros diante da chegada de denúncias contra suspeitos de tramarem um golpe de Estado.

Na avaliação de fontes da corte, a proximidade dos julgamentos demandam maior atenção por causa dos ataques ao STF perpetrados por esses grupos nos últimos anos. O tribunal passou a investir mais na segurança dos ministros e das dependências do prédio.

O 8 de Janeiro, a morte de um homem com explosivos na Praça dos Três Poderes e a descoberta de um plano para assassinar o ministro Alexandre de Moraes nas investigações sobre a tentativa de golpe fizeram a segurança interna intensificar os cuidados. Após a explosão do homem na frente do tribunal, em novembro passado, a equipe entrou em estado de alerta. Foram identificadas mensagens, cartas e e-mails louvando o ato.

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