Detox digital: evento offline em BH alerta para riscos das telas
Conselho Regional de Medicina de Minas promoveu atividades ao ar livre, distribuição de materiais educativos e orientações
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Quem esteve na Praça da Liberdade na manhã deste sábado (30/5), teve a oportunidade de participar, com dezenas de crianças, de diversas brincadeiras para reforçar a importância de atividades presenciais - foi um convite a uma manhã fora das telas. O evento também serviu para alertar sobre os riscos da conectividade infanto-juvenil. A ação gratuita integra a Campanha Juventude Segura, promovida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG).
Atividades ao ar livre, distribuição de materiais educativos e orientações sobre os impactos do excesso de telas na saúde de crianças e adolescentes fizeram a alegria da criançada. "Além de diversão, queremos levar informação para as famílias que passarem na praça nesta manhã", destacou Janaina Lopes, diretora de Comunicação do CRM-MG.
Durante o evento, também foi lançado um gibi para conscientizar crianças, de forma lúdica, sobre excesso de telas, entre outroas questões como a privacidade online, o cyberbullying e o assédio digital.
Pintura, cabo de guerra, pula-pula, corrida maluca e piscina de bolinhas ocuparam o espaço da praça, bem como foram distribuídas cartilhas e algodão doce. "É preciso informar os jovens sobre o perigo do excesso de telas, além de prejuízos ao tirar a atenção das atividades presenciais", acrescenta Cecília da Conceição Gomes de Souza, de 48 anos, educadora social em uma instituição para menores.
"Ja senti na pele que prejudica os estudos e o descanso, quando se usa muito o celular", comentou a adolescente P.A., de 14 anos.
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A campanha não termina com a ação na praça. Ao longo deste ano, estão programadas outras atividades que vão envolver o público infantojuvenil. "Estamos profundamente comprometidos com a saúde mental e o bem-estar das novas gerações. A internet faz parte da vida das crianças e dos adolescentes, mas também gera riscos que precisam ser enfrentados com informação, diálogo e responsabilidade", reforça Ricardo Lacerda, presidente do CRM-MG.