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‘Olho de dragão’: conheça a longan, fruta exótica que tem chamado atenção de produtores brasileiros
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Além do aspecto curioso, a fruta oferece uma experiência de sabor que lembra a lichia, com polpa suculenta, doce e um aroma delicado, associado a notas de mel e flores. Segundo um artigo do site Tudo Gostoso, a espécie também desperta interesse entre produtores brasileiros que procuram alternativas para diversificar suas plantações e atender ao mercado de frutas diferenciadas. Foto: Pexels/Ruben Boekeloo -
Uma das vantagens está no fato de a longan ser uma árvore relativamente resistente depois que se adapta ao local de cultivo. A produção costuma começar entre três e cinco anos após o plantio, com a principal época de colheita entre dezembro e março. Foto: Sovannkiry Sim/Unsplash -
Esse intervalo permite planejar melhor a produção e pode favorecer agricultores interessados em uma fruta com maior valor agregado. O preço também ajuda a explicar o interesse comercial pela espécie. Em períodos de menor oferta, a longan já alcançou valores superiores a R$ 80 por quilo no mercado paulista, enquanto durante a safra os preços podem cair para cerca de R$ 18 a R$ 20. Foto: Jordan Ling/Unsplash -
A fruta pode ser consumida fresca, mas também aparece em preparações doces, bebidas e receitas típicas de países asiáticos. Na China, seu consumo faz parte de tradições antigas e o fruto também recebeu fama por possíveis efeitos relacionados ao relaxamento e ao sono, embora essas propriedades não tenham evidências científicas. Foto: Wikimedia Commons/Vinayaraj -
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Do ponto de vista nutricional, a longan fornece nutrientes como ferro e vitaminas do complexo B, além de água e carboidratos naturais. Com a expansão do interesse por alimentos diferentes, a fruta pode encontrar um público disposto a experimentar novos sabores. Foto: Wikimedia Commons/Ivar Leidus -
Caso a produção nacional cresça, a longan tem potencial para deixar de ser uma raridade e se tornar uma opção mais acessível nas feiras e mercados brasileiros. Além disso, o potencial de uso em sobremesas e bebidas pode ampliar ainda mais sua presença na gastronomia brasileira. Foto: Mufid Majnun/Pixabay