As esculturas nasceram de uma parceria com pesquisadores do Laboratório de Processamento de Imagem Digital (LAPID), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), UNESCO e Instituto Cultural Vale. Utilizando arquivos digitais produzidos antes do incêndio, a equipe recriou as peças com impressoras 3D e aplicou sobre elas resíduos das cinzas do museu, estabelecendo uma conexão simbólica entre a destruição e a reconstrução do patrimônio.
Foto: Divulgação/Felipe Cohen