Por que iguanas estão caindo das árvores durante onda de frio na Flórida
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Afinal, o fenômeno tem afetado especialmente répteis, como as iguanas, animais de sangue frio. Com o frio intenso, elas entram em um estado de paralisia temporária e, ao dormirem em árvores, perdem a firmeza e acabam despencando no chão, ainda vivas.
Foto: Reprodução de vídeo BBC -
Diante do cenário, autoridades emitiram alertas e autorizaram moradores a recolher os animais caídos e entregá-los às autoridades, reforçando que a iguana-verde é uma espécie invasora no estado.
Foto: Reprodução de vídeo BBC -
A Agência de Florestas e Conservação da Natureza de Taiwan decidiu abater 120 mil iguanas-verdes para controlar a superpopulação da espécie, que se tornou uma praga em áreas agrícolas.
Foto: wikimedia commons/Cayambe -
Originárias da América Central e do Caribe, as iguanas não têm predadores naturais na ilha e se adaptaram ao ambiente. Estima-se que cerca de 200 mil vivam nas regiões centrais e sul do país.
Foto: wikimedia commons/Cayambe -
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Vendidas como animais de estimação, elas são frequentemente abandonadas quando crescem — os machos podem atingir até 2 metros e 5 kg, e as fêmeas chegam a colocar até 80 ovos por vez.
Foto: Adrien Stachowiak/Pixabay -
Com isso, o governo taiwanês oferece cerca de R$ 90 por animal abatido e incentiva a população a identificar locais de reprodução.
Foto: wikimedia commons/Charles J. Sharp -
O abate é recomendado com o uso de lanças de pesca. Embora não sejam agressivas aos humanos, as iguanas-verdes destroem florestas e plantações ao se alimentarem de frutas, folhas e plantas.
Foto: Leo za1 / © Rute Martins of Leoa's Photography / CC BY-SA 3.0 -
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As iguanas são répteis encontrados principalmente na América Central, América do Sul e em ilhas do Caribe. Elas chamam a atenção por sua aparência exótica, com cores vibrantes e uma crista dorsal característica.
Foto: William Pomares/Pixabay -
Elas vivem em diferentes habitats, dependendo da espécie, como florestas, savanas, desertos e áreas costeiras. Pertencentes à família Iguanidae, são conhecidas principalmente sua aparência robusta e cauda longa. Conheça alguns tipos!
Foto: Hans/Pixabay -
As iguanas-verdes (Iguana iguana) são comuns nas florestas tropicais da América Central e do Sul, incluindo países como Brasil, México, Venezuela e Paraguai.
Foto: Filip Kruchlik/Pixabay -
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Já as iguanas-marinhas(Amblyrhynchus cristatus) são nativas das Ilhas Galápagos, o paraíso pertencente ao Equador onde Charles Darwin se impressionou, inspirando-se para o Livro “A Origem das Espécies”.
Foto: Wragge wikimedia commons -
Na Flórida, as espécies mais comuns de iguanas são a iguana-verde (Iguana iguana) e a iguana-de-cauda-espinhosa (Ctenosaura similis). Essas não são nativas da região; elas foram introduzidas.
Foto: Freddie01/Pixabay -
A iguana-de-cauda-espinhosa tem como características a cauda coberta de espinhos e uma aparência mais robusta, além de ser extremamente ágil, escalando árvores e rochas com facilidade.
Foto: Marcel Langthim/Pixabay -
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As iguanas são principalmente herbívoras. A dieta delas inclui folhas, flores, frutas e brotos de plantas. Gostam de folhas verdes e macias, como as de hibiscos e alface, além de frutas tenras como mangas, bananas e figos.
Foto: Torsten/Pixabay -
Em alguns casos, as iguanas podem até consumir insetos ou pequenos animais, mas isso só acontece se houver falta de alimento vegetal.
Foto: Brigitte Werner/Pixabay -
As iguanas até podem morder pessoas, se acharem que estão sob ameaça, mas geralmente são animais pacíficos e preferem evitar confrontos. A mordida de uma iguana pode ser dolorosa, pois elas possuem dentes afiados.
Foto: Linda Roisum/Pixabay -
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A pele das iguanas é escamosa, grossa e resistente, o que ajuda a protegê-las de predadores e condições ambientais. As escamas variam em tamanho e textura.
Foto: Yolanda Jost/Pixabay -
Assim como acontece com outros répteis, as iguanas passam por um processo de troca de pele periodicamente. Partes velhas descamam e são substituídas por uma nova camada. A expectativa de vida das iguanas varia entre 10 e 20 anos em média.
Foto: Andre Mouton/Pixabay