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Alunos do Instituto Padre Machado fazem biologia de forma divertida e gostosa

Estudantes usam da gastronomia para reproduzir réplicas de células humanas, animais e vegetais

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postado em 25/03/2016 09:16 / atualizado em 30/03/2016 11:24

Redação Guri



Robson Valentim/IPM/Divulgação
Panelas, cores, cheiros, temperos e sabores. Tudo em sala de aula. Só que ao invés de um chef de cozinha, a frente dos alunos estava a professora de biologia. Isso porque não se tratava de uma aula de gastronomia. Era o projeto 'Degustando Com Ciência'. Nas panelas e vasilhames, os alimentos e temperos se transformaram em células vegetais e animais. As células humanas também foram representadas e assim os alimentos e ingredientes células epiteliais, musculares, ósseas e nervosas, sanguíneas e até órgãos mais complexos como pulmão e coração. De acordo com a professora de biologia e coordenadora do projeto Michelle Piancastelli, "a ideia é fazer com que os alunos consigam transportar, de uma forma bem divertida inicialmente, do universo microscópico para o macro por meio dos pratos, as suas próprias células e posteriormente, do macro para o micro ao degustarem os pratos feitos", explica. As salas foram divididas em grupos e cada grupo teve uma determinada célula para representar, obrigatoriamente, com materiais comestíveis. Na exposição aberta para todos os alunos da escola, os grupos tiveram de explicar aos visitantes a função, localização e características gerais da célula ou órgão representado. A ideia é atrair a atenção do público e dos próprios alunos para os detalhes celulares através das representações com a comida. A aluna Luiza Lima Patrocínio estava animada. Ela e seu grupo formado pelas alunas Thayná Pereira Duarte e Camila Lamego Noce fizeram um saboroso pão moldado com pasta americana e recheado com chocolate que surpreendeu quem visitou a exposição. "Pensamos em fazer algo maior como algum órgão importante do corpo. Conversei com minha mãe e ela sugeriu que representássemos os pulmões. Achei legal! Conversei com o grupo e todo mundo topou na hora", disse a estudante.
Robson Valentim/IPM/Divulgação
A aluna Júlia Ávila Freire, 12 anos, junto das amigas Jordana Caixeta Cunha e Cristina Diniz Vieira fizeram um colorido bolo que representava uma célula animal. Rico em detalhes, o bolo foi trabalhado com diversos tipos de bala, de diferentes formatos e sabores que replicavam outros orgânulos que formam a célula animal como o retículo endoplasmático e o núcleo. "Tivemos muito trabalho.! Além da célula animal, fizemos também uma pizza representando uma célula vegetal. Tanto o bolo como a pizza foram assados na semana anterior pra gente testar e ver se ia dar certo. Fizemos tudo. Até a massa da pizza. Valeu a pena pelo resultado", comemora Júlia Freire.
Robson Valentim/IPM/Divulgação
Ao final do evento, todos puderam se deliciar com os pratos elaborados e entender como aquelas substâncias orgânicas podem se tornar parte de nossas células verdadeiras. De acordo com a professora Piancastelli, o aprendizado no projeto permeia todo o processo além de despertar no aluno outras competências. "Pedagogicamente, o projeto instiga a criatividade e o trabalho em equipe além de fixar melhor a matéria. Com tantos nomes, a visualização das células facilita e muito a aprendizagem dos alunos que, interessados, se dedicam ao estudo e às estratégias da apresentação", conclui a professora.
Robson Valentim/IPM/Divulgação
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