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Apaixonada pela dança, bailarina sonha em entrar para grupo no Palácio das Artes

Sonho de bailarina é se aperfeiçoar no que já sabe fazer bem, que são as coreografias

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postado em 05/09/2015 11:29

Zulmira Furbino

Marcos Vieira/EM/D.A Press
Sonhos não têm idade. E a garota Rafaela Melo Marra Silva, de 8 anos, que estuda no 2º ano do ensino fundamental do Colégio Arnando, sabe bem disso. Ela começou a fazer aulas de balé na escola, aos 3 anos e simplesmente se apaixonou pela dança, mesmo sendo tão pequenininha. Naquela época, tudo não passava de uma brincadeira gostosa, tanto que a primeira apresentação para os pais foi feita jogando bolinha e brincando com um bambolê. “No balé tinha várias atividades legais. A gente sempre fazia coisas novas, aprendia a dançar e era muito bacana aprender as dancinhas”, lembra a menina.

Marcos Vieira/EM/D.A Press
Com o passar do tempo, apesar da pouca idade, Rafaela foi se aprimorando e aprendendo fazer abertura e a ficar na ponta dos pés. Depois, trocou a aula de balé no colégio Arnaldo pelas do Sesiminas, no Ballet Cristina Helena. Foi ali que a brincadeira começou a ficar séria e ela caiu de amores de vez pela dança. De uma maneira lúdica e recheada de brincadeiras, Rafa – como ela gosta de ser chamada – começou a se profissionalizar, puxando bastante o alongamento do corpo e hoje já consegue levar a perna quase na cabeça, como uma verdadeira bailarina. No ano passado, participou de duas danças da companhia, a Portuguesa, para bailarinas da sua idade, e a Espanhola, para meninas maiores. Além disso, fez participação especial na montagem de O quebra-nozes, da Cia de Dança Sesiminas.

TESTE Este ano, porém, ela está afastada do Balé, porque o Ballet Cristina Helena mudou de endereço e não havia horário compatível na escola de dança do Grupo Corpo. Rafaela diz que sente saudade das aulas e que está louca para voltar a dançar, mas vai ter que esperar até o ano que vem. Enquanto isso, aguarda a publicação do edital do Palácio das Artes para fazer um teste. Caso não seja aprovada, voltará a dançar de qualquer jeito, ou na escola do Corpo ou no Ballet Cristina Helena, tudo devidamente acompanhada pela mãe.

“Já fiz cinco apresentações. As mais legais foram as do Sesiminas e as coreografias. É difícil memorizar os passos, mas depois que você começa a fazer mais e mais fica bem fácil lembrar na hora da dança”, diz Rafa, que sempre teve muita facilidade para acertar os pontos – o local exato onde deve parar em cada movimento da dança – e não costuma errar as coreografias.
Tags: bailarina
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