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Estado de Minas

Morre o jornalista Raymundo Vergílio do Couto e Silva

Formado em direito pela UFMG, começou no jornalismo em 1946 como repórter do Estado de Minas e foi pioneiro do noticiário sobre veículos


postado em 18/08/2017 06:00 / atualizado em 18/08/2017 07:57

Morreu na madrugada de ontem em Belo Horizonte, vítima de complicações cardiorrespiratórias, o jornalista Raymundo Vergílio do Couto e Silva. Viúvo de Alza Babo Couto e Silva, ele tinha 90 anos e deixou seis filhos: Alza Maria, Maria Letícia, Bernadete, Maria Flavia, Luciana e Raimundo.

Filho do médico e ex-prefeito de Belo Horizonte Gumercindo do Couto e Silva e de Maria Miranda do Couto e Silva, Raymundo Couto foi diretor do Sindicato dos Jornalistas, presidente da Associação Mineira de Imprensa e era titular aposentado do Cartório Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Formado em direito pela UFMG, começou no jornalismo em 1946 como repórter do Estado de Minas e foi pioneiro do noticiário sobre veículos, criando a primeira coluna especializada sobre o assunto. Acompanhou e incentivou, por mais de 30 anos, o desenvolvimento da indústria automobilística no Brasil.

Conheceu executivos das principais montadoras do mundo e participou da cobertura dos lançamentos e fatos que marcaram época no país, como a inauguração da fábrica da Fiat, em Betim, em 1976. O corpo do jornalista foi velado e sepultado ontem no Cemitério Parque da Colina, com a presença, além da família, de grande número de amigos e de representantes de várias indústrias e concessionárias de veículos.

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