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Grupo de pais do Colégio Santo Agostinho questiona ensino de diversidade sexual e gênero

Instituição responde questionamento dos pais com carta aberta à comunidade

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postado em 10/07/2017 09:25 / atualizado em 10/07/2017 23:15

Guilherme Paranaiba

Reprodução internet/Colégio Santo Agostinho
Um documento produzido por pais de alunos do Colégio Santo Agostinho está gerando debates nas redes sociais por exigir da escola que pare de ministrar em sala de aula conteúdos relacionados a temas como gênero e sexualidade.

Os responsáveis pelos alunos, que estudam em três unidades do colégio da Grande BH, manifestam insatisfação com a apresentação desses assuntos, como identidade e igualdade de gênero, homossexualidade, bissexualidade, transexualidade, prostituição, masturbação, entre outros, sob o argumento de que apenas a família tem essa prerrogativa.

O texto foi produzido em forma de notificação extrajudicial para a Sociedade Inteligência e Coração (SIC), que é mantenedora das três unidades do Colégio Santo Agostinho (BH, Contagem e Nova Lima), na pessoa de seu presidente, o frei Pablo Gabriel Lopes Blanco, e também de três diretores: Clóvis Oliveira (unidade BH), Aleluia Heringer Lisboa Teixeira (Contagem) e Lorena Macedo (Nova Lima).

Normalmente, uma notificação extrajudicial é enviada antes da abertura de um processo na Justiça. Ela representa uma comunicação para que o órgão notificado tome ciência do problema e resolva a situação antes que ele seja acionado na Justiça.

A reportagem confirmou com pais envolvidos no movimento que existe essa solicitação junto à escola, mas eles disseram que têm interesse de conversar com o Estado de Minas apenas depois de o documento ser efetivamente registrado e protocolado, o que ainda não aconteceu.

O próprio colégio confirma que em abril e maio recebeu cartas com teor semelhante ao da suposta notificação que ainda não chegou para a instituição, enviando um comunicado aos pais em 3 de maio e disponibilizando seus diretores para atendimentos que os pais julgassem necessários.

CONTEÚDO DO TEXTO Na abertura da notificação extrajudicial, datada de 3 de julho, mães e pais se dizem “sinceramente preocupados com a inserção de conteúdos atinentes à sexualidade e questões de 'gênero' nas mais diversas matérias do currículo escolar, inclusive e principalmente, em Ensino Religioso e Ciências”, diz o texto.

Eles se mostram contrários a esse tipo de conteúdo, dizendo que “referidas matérias não devem ser expostas a nossos filhos, salvo pela própria família”, invocando mecanismos da legislação para respaldar essa posição, como o Código Civil Brasileiro, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças e a Convenção Americana de Direitos Humanos.

Os pais afirmam que já chegaram a enviar, no início do ano, uma carta às direções das três unidades, assinada por mais de 200 pessoas, querendo entender o posicionamento e a postura da escola, já que não houve nenhum tipo de informação para os responsáveis pelos alunos sobre temas “relacionados aos comportamentos sexuais (homossexualismo, bissexualismo, transexualismo, contracepção) e ainda relativos à sexualidade de pessoas adultas, como a prostituição, masturbação, aborto, entre outros temas correlatos, para crianças do ensino fundamental”, conforme a notificação.

Eles ainda ressaltam o caráter negativo para crianças e adolescentes que esses assuntos podem ter se forem expostos de forma obrigatória aos alunos, se transformando em uma “ditadura da educação” e trazendo “graves consequências”.

No texto da notificação, os pais alegam que, por mais que o Colégio Santo Agostinho informe que valoriza a parceria entre a escola e a família, as unidades foram procuradas por meio de vários setores diferentes e mesmo assim a proposta pedagógica não está suficientemente clara.

Os responsáveis pelos alunos ainda dizem no documento que todo o conteúdo recente relacionado ao tema em questão está sendo catalogado, com o objetivo de sensibilizar a escola e fazê-la refletir. Os pais chegam a criticar os professores, que, segundo eles, são despreparados para abordar temas de sexualidade e não autorizam que esses conteúdos sejam apresentados em sala, seja “através de vídeo, slides, dever de casa, exposição verbal, música, livros de literatura ou material didático”.

RESPOSTA DO COLÉGIO Em nota, o Colégio Santo Agostinho diz que é “responsável pela educação de cerca de 12 mil alunos, com diferentes confissões e crenças religiosas” e que “aborda os temas humanos, sociais e religiosos na perspectiva do Ensino Religioso como área de conhecimento, amparada na legislação vigente e nas próprias orientações da Igreja”.

A instituição também divulgou carta aberta à comunidade. Leia o texto na íntegra:

'A Sociedade Inteligência e Coração (SIC), mantenedora do Colégio Santo Agostinho (unidades Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima), recebeu uma notificação extrajudicial hoje, dia 10/07/17, contendo 128 nomes, questionando a abordagem de alguns temas adotados pela escola. Consideramos importante apresentar esclarecimentos.

O Colégio Santo Agostinho é responsável pela educação de cerca de 8 mil alunos de diferentes realidades e crenças. Nosso projeto pedagógico, fundamentado nos princípios cristãos, católicos e agostinianos, contempla a sociedade pluralista em que vivemos, abordando, de forma dialogal e respeitosa, os desafios do mundo contemporâneo. Primamos pelo respeito à liberdade e apreço à tolerância, orientações fundamentais estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (artigo 3º da Lei 9.394).

A escola é um espaço coletivo construído pela relação entre as pessoas, no qual todos os indivíduos devem ser respeitados em sua singularidade. Essa pluralidade pode e deve coexistir em harmonia.

Com uma trajetória de 83 anos em Minas Gerais, amparado pela tradição de sete séculos da Ordem de Santo Agostinho, o Colégio ressalta sua sintonia com o magistério do Papa Francisco, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho e as orientações pastorais da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Sendo assim, continuaremos seguros em nossa missão de criar condições para que os alunos possam protagonizar sua própria formação integral (integrada, crítica e criativa), com autonomia e responsabilidade. Para tal, contamos com uma equipe de professores altamente qualificados.

Repudiamos o uso de interpretações equivocadas por aqueles que têm como objetivo distorcer nosso projeto pedagógico.

Reafirmamos o nosso compromisso educacional pautado nos valores agostinianos: solidariedade, fraternidade, amizade, subsidiariedade e justiça.

Agradecemos aos 11 mil pais e responsáveis que dividem a formação de seus filhos conosco'.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
 
Wellington
Wellington - 13 de Julho às 10:19
Escola é para transmitir conhecimento não doutrinação e principalmente contra os valores de escola confessional.Dois papas pelo menos já se manifestaram claramente contra a teoria de gênero que é a mão invísivel por detrás desses ditos "ensinos".Ouvi ontem pela CBN e percebi claramente o nível de desconhecimento ou manipulação das reais intenções por detrás desse processo de doutrinação.Quem ouve de maneira desatenta pode achar que se trata de garantia de direitos de evitar preconceitos contra minorias etc. mas no fundo não é nada disso.PESQUISE MAIS SOBRE A TEORIA DE GÊNERO.
 
Rafael
Rafael - 11 de Julho às 17:21
A notícia omite que os professores de matérias como,matemática,português e história, não estão abordando a questão de relacionamentos, mas sim de ideologia de gênero. Há professores lá que estão dizendo que ninguém nasce homem ou mulher. Não há debates de ideias,mas sim uma imposição de apenas uma linha. o pluralismo de ideias (art. 206, III, da CF); e o direito dos pai
 
Carlos
Carlos - 11 de Julho às 17:05
Me espanta ver a quantidade de gente mal resolvida sexualmente. O pior, é que querem transferir todos estes preconceitos e medos para seus filhos. Para eles, crianças saberem que não vieram da cegonha é uma heresia. Quanta hipocrisia e quanta ignorância. E tudo em nome da religião. Enquanto isso, milhares de crianças são mortas na Síria, e tudo em nome da religião.
 
Udson
Udson - 11 de Julho às 15:56
Parabéns aos Sr Pais que tiveram a coragem de enfrentar o colégio santo agostinho, parabéns e meu muito obrigado!
 
Alessandro
Alessandro - 11 de Julho às 11:23
A ditadura gay se instando a força, junto com a conversa fiada de politicamente corretos e pais de homossexuais que querem provar amor pelos filhos, só ame os, não queiram que todos os amem. Sempre deve haver o respeito mas não tenho que concordar.Trata se de instituição de preceitos católicos não concorda mude seu filho de escola.Devemos nos lembrar do nascimento fruto e prova de amor, coisa linda, caso contrario joguem fora a biologia e as diferenças maravilhosas entre homens e mulheres.
 
canuto
canuto - 11 de Julho às 10:58
Tenho lido alguns comentários, absurdos, sem respeito ao próximo e ao direito de se pensar. Portanto defendo que a discussão tenha respeito e não defesa de uma ideológica. Eu tenho direito de pensar, se você não me dá o direito de pensar e externar minha opinião então você não tem condições de discutir gênero e sexualidade
 
canuto
canuto - 11 de Julho às 10:55
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional impõe prazos e metas, porém, não impõe ideologia e nem proíbe. O que as escolas estão fazendo é simplesmente obedecer essa tal lei sem nenhuma discussão. O que a escola tem que fazer é ensinar o respeito dos alunos uns com outros. Essa lei somente terá benefícios aos alunos se nela tivesse um dispositivo, artigo, paragrafo que restabelecesse a autoridade do professor dentro da sala de aula. Se o aluno não respeita o professor, com certeza, ele não respeitará seu colega homoafetivo ou que tenha opção sexual diferente da sua, etc.
 
Sebastião
Sebastião - 11 de Julho às 08:45
Como dizia Nando Reis "o mundo está ao contrário e ninguém reparou". Parece que estamos vivendo um retrocesso na sociedade e o mundo está se perdendo. Deixar de ensinar sobre sexualidade nas Escolas é causar um possível sofrimento futuro nestes estudantes que aprenderão da pior maneira possível em seus celulares e tablets. Lamentável
 
armando
armando - 11 de Julho às 08:42
absurdo é gastar tempo de aula com isso. até parece que meninos e meninas de 15 ou 12 anos não sabem o que é penis, vagina ou gays. e mais, não adianta ensinar postura politicamente correta se os pais discriminam em casa, o ambiente familiar vai sempre ser preponderante. enquanto isso somos o pior país do mundo em matemática, mesmo nas escolas particulares.
 
Rafael
Rafael - 11 de Julho às 17:17
Não é isso que está ocorrendo. A questão são professores ensinando a crianças que se o pênis do menino for amputado, ele automaticamente viraria uma mulher. O que está sendo ensinado ali é que não existe homem e mulher, mas sim que isso são construções sociais.
 
Tulio
Tulio - 11 de Julho às 01:12
O conhecimento acadêmico, deve ser a função da escola, a educação sexual da família , na vida adulta com os conhecimentos adquiridos poderá fazer ,outras escolhas .ao seu juízo.
 
vicente
vicente - 10 de Julho às 22:56
Ideologia de genero é um lixo que so tem seguidores em países lixo, da periferia do universo como o Brasil onde tudo é maravilhoso e permitido. ESCOLA não é lugar de ideologias mentecaptas banidas em todo o mundo civilizado.PARABENS aos pais sob cuja responsabilidade está a educação dos filhos.
 
Thiago
Thiago - 10 de Julho às 22:13
Todos esses colégios não são católicos, não seguem as diretrizes da Igreja Católica, e ensinam apenas as modas do mundo. Hoje a moda é ideologia de gênero, então ensinam isso.
 
Thiago
Thiago - 10 de Julho às 22:09
Esses professores devem ter problema com sexo. Falam do assunto o tempo inteiro e querem impor aos alunos, que são frágeis e ainda estão se formando.
 
Rafael
Rafael - 10 de Julho às 21:58
Tenho 2 filhos no colégio, estão lá justamente pela conduta moral, que presa a igualdade entre as pessoas, o amor ao próximo e o NÃO ao preconceito. Estes pais são realmente muito preconceituosos e irresponsáveis em distorcerem o que realmente a escola diz: IGUALDADE DE GÊNEROS (que é: direitos respeitados entre homens e mulheres) e NÃO IDEOLOGIA DE GÊNEROS (onde o indivíduo escolhe seu Gênero independente do órgão sexual) que também é um direito e devemos respeitar estas pessoas. E a educação é dever dos pais e não da escola. Minha educação em casa é sólida não tenho com o que me preocupar.
 
Rafael
Rafael - 11 de Julho às 17:16
Não vem com esta de que Ideologia de Genero é um direito que é mentira. Isso nem cientificamente existe. Você simplesmente quer que meninos possam frequentar banheiros femininos pelo simples fato de ele se "achar" menina. Isso pode simplesmente ocasionar estupros como assédios. Há professores lá dizendo que se o órgão do menino amputado, ele automaticamente viraria uma menina. Quem educa são os pais, professor de matematica ensina equação do 2° grau, português ensina objeto direito e indireto,como historia ensina Monarquia,Republica, não sobre sexualidade.
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:27
Esse tipo de gente estão sempre em busca de Adeptos !!!!!!
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:26
Palhaçada desta Escola, esse assunto é uma prerrogativa da Família !!!!!!!!!! Gostaria de saber que é o maior interessado nesta Escola, o que ele vai ganhar com isso ! Adeptos ?
 
Rodrigo
Rodrigo - 10 de Julho às 20:39
Estamos vivendo um período de inversão de valores. Fala-se em discriminação das minorias, mas o que estamos vendo é uma tentativa de acabar com as famílias através de um ensino que prega "liberdade". Um colégio católico deveria buscar um ensino cristão e não pagão. Os pais estão de parabéns e que esta iniciativa se propague para os demais colégios de Belo Horizonte e região.
 
fatima
fatima - 10 de Julho às 19:34
Parabéns aos pais, quem deve orientar em sexualidades e ideologias são os pais. À escola cabe ensinar as matérias do currículo, português, matemática, geografia, história, física, química. E pelo que tenho acompanhado não estão conseguindo nem isto. Cada um no seu quadrado.
 
Jairo
Jairo - 10 de Julho às 19:32
Certíssimos esses pais.Isso não é matéria que se ensine principalmente por ser um colégio de doutrina católica.No mundo em que vivemos uma minoria quer se impor falando que os gays tem que ser aceitos a todo custo mas não se fazendo respeitar para tanto.
 
Tulio
Tulio - 10 de Julho às 19:07
Um colégio fuleiro em busca de nichos de mercado, em busca de $$$$$$, não irei renovar a matricula dos meus filhos para o segundo semestre , já estou buscando um colégio de caráter e capaz de priorizar o bom currículo escolar .
 
Leonardo
Leonardo - 10 de Julho às 18:51
Este é o legado PTralha do "politicamente correto". PT é a doença, Bolsonaro 2018 é a cura.
 
Julio
Julio - 10 de Julho às 18:44
Pagar um colégio católico CARO pra ensinar seus filhos que eles podem ser tanto homem quanto mulher. Basta acreditar. O que era doença mental agora é tratado como liberdade de escolha. Ensinar isso nas escolas deveria ser crime!
 
Julio
Julio - 10 de Julho às 17:51
Parabéns a esses pais!! Eu JAMAIS colocaria um filho meu numa escola que ensina essa besteira enorme que é identidade de gênero... além de outras pautas esquerdistas. Passou da hora dos pais reagirem. Pagar caro por colégio particular pra que eles doutrinem seus filhos???
 
Daniela
Daniela - 10 de Julho às 17:26
O que o colégio pretende com isto é justamente esclarecer os alunos e disseminar o preconceito, evitando, assim, que as gerações futuras tenham o a tolerância que a nossa geração não tem e evitar a violência. Toda escola é livre para ensinar o que se propõe. Os pais que não concordarem são livres para procurar outra instituição que atenda os seus anseios. Por isso, se entrarem na justiça irão se darem mal. Isto se não forem condenados por preconceito.
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 17:16
Verdade é que esses colégios estão extrapolando suas funções, bombardeando nossas crianças com conceitos inteiramente distorcidos segundo as convicções dos educadores. Esses dias minha neta de 12 anos falou sobre as atuais reformas pretendidas pelo Governo Federal de forma inteiramente distorcida e equivocadas. Tive que dar uma pequena aula para ela corrigindo o entendimento da menina. Fiquei com muita pena. E é um colégio caro! |MP|
 
Rafael
Rafael - 10 de Julho às 17:08
Tenho 2 filhos no colégio, estão lá justamente pela conduta moral, que presa a igualdade entre as pessoas, o amor ao próximo e o NÃO ao preconceito. Estes pais são muito preconceituosos e irresponsáveis em distorcerem o que realmente a escola diz: IGUALDADE DE GÊNEROS (que é: direitos respeitados entre homens e mulheres) e NÃO IDEOLOGIA DE GÊNEROS (onde o indivíduo escolhe seu Gênero independente do órgão sexual) que também é um direito e devemos respeitar estas pessoas. Minha educação em casa é sólida não tenho com o que me preocupar...
 
Rafael
Rafael - 10 de Julho às 17:01
Tenho 2 filhos no colégio, estão lá justamente pela conduta moral da escola, que presa a igualdade entre as pessoas, o amor ao próximo e NÃO ao preconceito. Estes pais realmente são preconceituosos e irresponsáveis em distorcerem o que realmente a escola diz: IGUALDADE DE GÊNEROS (que é direitos respeitados igualmente entre homens e mulheres) e NÃO IDEOLOGIA DE GÊNEROS (onde o indivíduo escolhe seu Gênero independente do órgão sexual) que é um direito, inclusive à escola diz que devemos respeitar estas pessoas que optam por isso. Se sua educação em casa é sólida, não tem com o que se preocupar
 
claudio
claudio - 10 de Julho às 16:58
O colégio não pode forçar um ensinamento, doutrina ou formação de opinião sem o consentimento dos pais!!!...a escola está a serviço da sociedade e não ao contrário!
 
jeferson
jeferson - 10 de Julho às 16:37
ESCOLA É LUGAR DE APRENDER matemática, português, história, geografia, física, química , MORAL E CÍVICA, e etc.... Esta igreja católica infiltrada por MARXISTAS está contaminando a sociedade com sua estratégia de destruição da moral judaico-cristã ! FORA MARXISTAS ! FORA CNBB !!!!!
 
Matheus
Matheus - 10 de Julho às 16:05
Parabéns aos pais dos alunos que não aceitam a doutrinação da militância de esquerda, com seus discursos de ódio contra os cristãos e contra a família! Coragem, somos a maioria contra essa loucura de IDEOLOGIA DE GÊNERO defendida por esses psicóticos!
 
Paulo
Paulo - 10 de Julho às 15:29
Fui aluno do Sto. Agostinho de 1988 a 2000, dos 5 aos 16 anos . Desde sempre os assuntos "polêmicos" foram abordados nas salas de aula e nem por isso os estudantes foram "desvirtuados". Pelo contrário, percebo que a minha geração de colegas apresentam uma maturidade além do normal ao falarmos hoje sobre esse assuntos. Também sou pai e entendo que o(s) colégio(s) prepara(m) os alunos para a vida - na minha época era de uma maneira, claro. O mundo hoje está diferente e eles precisam entender como o funciona e o que podem fazer para conviver com ele e as atitudes que torná-lo melhor.
 
JOSÉ
JOSÉ - 10 de Julho às 15:16
Na realidade o crime é contra família, é contra os bons conceitos e costumes das famílias, pois religião cada um segue a que quiser, agora é um crime um escola querer ensinar uma criança a ser gay, o foco deles é as crianças por que a criança está em fase de formação e nesse período a criança sofre varias transformação, poque não aos adultos? os adultos já tem um formação definida tanto mental quanto de caráter. Os pais estão certos e tem meu apoio, pois sempre existiu gay sem precisar ensinar nas escolas é um problema particular da pessoa.
 
Full
Full - 10 de Julho às 12:57
O que a escola quer consertar é o nível de esclarecimento nesta área, e não permitir que as crianças de hoje possam crescer e serem iguais e estes fundamentalistas religiosos fanáticos, que, só de ouvir a palavra sexo já correm para o confessionário. Quanta ignorância e quanta hipocrisia. Parabéns ao Colégio Santo Agostinho.
 
DamoSuzuki
DamoSuzuki - 10 de Julho às 12:54
E a turma do estado islâmico, como sempre, vociferando quando o assunto é sexo. Quanta gente mal resolvida nisso, viu.
 
Pai
Pai - 10 de Julho às 21:46
"Diego e Frida se casaram, não uma, mas duas vezes. No entanto, tiveram outros amores, mesmo estando juntos. (...) para Frida o amor se refletia entre homens e mulheres. " Você deixaria seu filho ou filha de 10/11 anos ler um livro destes? E se os professores tratassem Frida como heroína para estas crianças? A opção sexual de cada um, não me interessa. Mas incentivar a promiscuidade para crianças é CRIME! Sugestão: tenha um filho(a) e ensine a ele que em matéria de sexo vale tudo! Mas deixe que dos meus, cuido eu! #MeusFilhosMinhasRegras
 
David
David - 10 de Julho às 16:04
Você acha que não pode ter alguém que pensa diferente de ti sem ser do Estado Islâmico ou estar vociferando? Você está dando razão ao pais !!
 
claudio
claudio - 10 de Julho às 12:21
Alguém da direção da escola é ou tem familiar gay ( até ai não tem problema!! ) e quer difundir a ideai p/ se sentir menos incomodado por preconceitos ..etc..mas não poder forças o ensinamento de conteúdo contra a vontade dos pais ou responsáveis!!..parece uma ditadura do movimento LGBT!!
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:29
Exatamente isso, e vou além, são da extrema esquerda nojenta !!!
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:28
Falou tudo !!!
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 17:11
DISSO NÃO TENHO DÚVIDA. |MP|
 
Marcio
Marcio - 10 de Julho às 12:14
Meus filhos iriam começar nesse colegio no ano que vem... Está cortado de minha lista PERMANENTEMENTE... escapei dessa! Sugiro os pais retirarem seus filhos antes que o estrago seja feito.
 
vicente
vicente - 10 de Julho às 22:55
PARABENS!
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:29
Isso mesmo !!!
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 17:09
BEM PENSADO E DECIDIDO. PARABÉNS! |MP|
 
Robson
Robson - 10 de Julho às 15:29
Sinto muito pelos seus filhos! Serão privados de estudar em uma excelente instituição de ensino que se preocupa na formação do indivíduo, além de ter excelentes resultados em rankings estaduais e nacionais. Se o "estrago" feito é mostrá-los a realidade de forma segura e bem feita, creio que o senhor deve rever sua definição do termo. Estrago é privar um indivíduo em formação da realidade em que vivemos e de uma educação que visa o respeito e tolerância.
 
Wagner
Wagner - 10 de Julho às 12:11
Tenho uma filha no 9º ano do ensino fundamental e um filho no 3º ano do ensino médio. Converso sempre com eles sobre o assunto e nas perguntas que fiz recebi como resposta que eles são apenas estimulados a discutir sobre o assunto, sem orientações que os façam pensar ou agir de forma pré-determinada. No grupo de pais o que tenho visto são relatos de supostas atitudes de professores, sem no entanto vir comprovadas. Para que eu me posicione acredito que seja indispensável que existam fato e não suposições e insinuações. Até que me mostrem o contrário, concordo com o posicionamento do colégio.
 
Pai
Pai - 10 de Julho às 21:46
"Diego e Frida se casaram, não uma, mas duas vezes. No entanto, tiveram outros amores, mesmo estando juntos. (...) para Frida o amor se refletia entre homens e mulheres. " Você deixaria seu filho ou filha de 10/11 anos ler um livro destes? E se os professores tratassem Frida como heroína para estas crianças? A opção sexual de cada um, não me interessa. Mas incentivar a promiscuidade para crianças é CRIME! Sugestão: ensine a seus filhos que em matéria de sexo vale tudo! Mas deixe que dos meus, cuido eu! #MeusFilhosMinhasRegras
 
fernando
fernando - 10 de Julho às 21:32
Quando vc assustar, já era, fica esperto e não fique de braços cruzados, acorda !!!
 
Wagner
Wagner - 10 de Julho às 12:11
Tenho uma filha no 9º ano do ensino fundamental e um filho no 3º ano do ensino médio. Converso sempre com eles sobre o assunto e nas perguntas que fiz recebi como resposta que eles são apenas estimulados a discutir sobre o assunto, sem orientações que os façam pensar ou agir de forma pré-determinada. No grupo de pais o que tenho visto são relatos de supostas atitudes de professores, sem no entanto vir comprovadas. Para que eu me posicione acredito que seja indispensável que existam fato e não suposições e insinuações. Até que me mostrem o contrário, concordo com o posicionamento do colégio.
 
Decio
Decio - 10 de Julho às 18:46
Concordo com você, Wagner. É função dos pais conversar sobres todos os assuntos da vida, em complemento ao oferecido pela escola, um complementa o outro e é sua, a palavra final. Ninguém está, por conseguinte, obrigado a estudar nesse colégio, e se quiserem o fazer, tem de estarem conforme a regra interna e religiosa. Não existe obrigação, e nem lei que obriga o Colégio a mudar sua opinião religiosa, só para agradar a outros. As opções religiosas e sexuais, devem ser esclarecidas e os pais devem compreender e discutir com seus filhos qual é a melhor condição, para todos os assuntos.
 
Nilson
Nilson - 10 de Julho às 12:05
Acho importante que as escolas ensinem a não-violência, o respeito e convivência harmoniosa e pacífica com a liberdade alheia. Cada qual tem o direito de viver sua vida sexual sem ser desrespeitado e objeto de violência e discriminação. Acredito que seja este o espírito da Escola que, aliás, mantém vínculos com a Igreja.
 
Pai
Pai - 10 de Julho às 21:48
Posso colocar aqui dezenas de exemplos de situações onde fica evidenciada a perversão e a promiscuidade incentivada pelos professores. A opção sexual de cada um, não me interessa. Mas incentivar a promiscuidade para crianças é CRIME! #MeusFilhosMinhasRegras
 
Decio
Decio - 10 de Julho às 18:50
Mantém vínculo com a Igreja, não, é a própria Igreja, com todos seus defeitos. Quem lá entrar está corretamente sujeito á suia norma religiosa e moral. Ninguém precisa de contrapor a isso, você não pode exigir uma coisa que não faz parte do conteúdo, e vá procurar em outra escola o que deseja para sues fillhos, e ponto final.
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 17:08
A dúvida está justamente aí. Respeitar o direito alheio é norma de cidadania. Encarar o homossexualismo como algo opcional e normal, é uma agressão aos princípios familiares. |MP|
 
David
David - 10 de Julho às 11:57
Parabéns a estes pais também!!! Deve ser uma sistuação delicada, mas já fiquei sabendo a opinião de um grupo de alunos: "contra fatos, não há argumentos". Os pais fizeram bem em fazer esta notificação.
 
Hélvio
Hélvio - 10 de Julho às 11:47
É assustador o conservadorismo dessas famílias. Sexualidade, gênero, diversidade são assuntos da atualidade que devem ser discutidos competentemente e sem travas. Essas famílias terão a coragem para falar disto com os filhos de forma aberta e séria? Pelo jeito, não. Tenho duas filhas formadas pelo Colégio Santo Agostinho. São cidadãs equilibradas, competentes e sem preconceitos. O colégio não está ensinando sacanagem. É preferível que os alunos discutam isto numa instituição séria como o CSA do que aprendam pela internet, na rua ou na TV. Ou no ambiente provavelmente repressivo de suas casas.
 
Pai
Pai - 10 de Julho às 21:49
"Diego e Frida se casaram, não uma, mas duas vezes. No entanto, tiveram outros amores, mesmo estando juntos. (...) para Frida o amor se refletia entre homens e mulheres. " Você deixaria seu filho ou filha de 10/11 anos ler um livro destes? E se os professores tratassem Frida como heroína para estas crianças? A opção sexual de cada um, não me interessa. Mas incentivar a promiscuidade para crianças é CRIME! Sugestão: ensine a seus filhos que em matéria de sexo vale tudo! Mas deixe que dos meus, cuido eu! #MeusFilhosMinhasRegras
 
Marcelo
Marcelo - 10 de Julho às 11:40
Absurdo. Um colégio confessadamente católico, tem seus dogmas e é isso que os pais esperam que se cumpra na educação quando matriculam seus filhos. Não sou católico, mas me sentiria traído e também tomaria providências legais. Até mesmo uma possível indenização. Até que ponto esse "progressistas" imorais chegam a invadir a vida de quem não quer nada com eles, não?!
 
Marcelo
Marcelo - 10 de Julho às 11:39
Absurdo. Um colégio confessadamente católico, tem seus dogmas e é isso que os pais esperam que se cumpra na educação quando matriculam seus filhos. Não sou católico, mas me sentiria traído e também tomaria providências legais. Até mesmo uma possível indenização. Até que ponto esse "progressistas" imorais chegam a invadir a vida de quem não quer nada com eles, não?!
 
lUIZ
lUIZ - 10 de Julho às 11:32
Se já está difícil confiar à escola , principalmente, o ensino de história e geografia, pois ambas matérias capturadas por agendas políticas e ideológicas, agora imaginem só conteúdos que versam sobre sexo e sexualidade ?! Aonde vcs se auto-iludem que estão pagando de "modernos e politicamente corretos", porém, na realidade, estão servindo de colchão ao projeto de poder de um grupo político bem específico que a cada dia se especializa em dividir e semear cizânia e ódio entre os cidadãos.
 
claudio
claudio - 10 de Julho às 11:27
Ditadura do gays...pode procurar e se informar sobre a direção da escola..p/ estar tão condescendente com este conteúdo devem ser ou ter filhos gasy..até ai tudo bem..mas impor este conteúdo de forma autoritária e contra a vontade dos pais só para se sentirem menos isolados NÃO é coisa que se faça!! seja o que quiser ser!!... mas não influencie ninguém, especialmente crianças contra a vontade dos pais!!
 
Alessandro
Alessandro - 11 de Julho às 11:06
Exatamente, querem empurrar goela abaixo, façam o seguinte joguem a biologia fora, preguem que homem e mulheres não são diferentes, joguem homossexuais em uma ilha, voltem lá daqui a 100 anos e me digam o que viram.
 
Tadeu
Tadeu - 10 de Julho às 11:24
A igreja Católica é totalmente contra a ideologia do gênero, então, não adianta o colégio dizer que está agindo conforme a orientação da igreja.
 
maria
maria - 10 de Julho às 11:22
Absurdo mesmo!!! O colégio deve estar centrado na transmissão de conhecimentos, em questões ACADÊMICAS e só!!!!!!!!!!
 
Alessandro
Alessandro - 11 de Julho às 11:03
Esse Robson, querendo ser politicamente correto, enchendo o saco. Dentro de sua casa converse e eduque seus filhos da maneira que quiser assim como faço com os meus, escola é para adquirir conhecimentos acadêmicos e ninguém entra em uma faculdade sendo politicamente correto é preciso estudar ter conhecimento. Escolas não podem doutrinar nossos filhos nesta questão de gênero.
 
Robson
Robson - 10 de Julho às 15:25
Pois a formação do indivíduo vai muito alem do ENEM, Maria! Conhecimento de mundo vai muito além do necessário para ser aprovado em faculdade. O Colégio faz muito bem em mostrar a realidade para seus alunos, tirando-os da bolha que, aparentemente, pais como vocês insistem em mantê-los.
 
David
David - 10 de Julho às 11:09
Este assunto não tem absolutamente qualquer relação com crença religiosa. Ensinar sobre sexo para crianças do ensino fundamental ????????? Parabéns ao Estado de Minas pela divulgação desta notícia. Pode alertar outros pais.
 
Anne
Anne - 10 de Julho às 11:07
Eu ,particularmente, optaria por colocar meu filho em uma escola com uma postura diferente...em que fosse prioridade o ensino e não a sacanagem....
 
Tulio
Tulio - 11 de Julho às 01:11
.....falou tudo
 
Tulio
Tulio - 10 de Julho às 19:07
resumiu bem
 
DamoSuzuki
DamoSuzuki - 10 de Julho às 12:53
sacana é que vê sacanagem nisso.
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 12:23
APOIADO! |MP|
 
Fernando
Fernando - 10 de Julho às 11:02
Lamentavel o CSA, colégio querido em que estudei até à 6º série, se corromper e ensinar essa imoralidade para nossas crianças! Espero que revejam essa posição e que os pais permaneçam firmes na luta pelos valores e pela verdadeira familia!
 
Robson
Robson - 10 de Julho às 15:32
Ensinar imoralidade? A que momento o colégio ensinou algo aos alunos? Pois eu, como pai de um estudando heterossexual e que ama o colégio e apoia todas as atitudes de conscientização, espero que você reveja seus conceitos e os valores que tanto apoia!
 
Marcos
Marcos - 10 de Julho às 12:26
Também lamento muito. meus filhos (4) estudaram lá, uma neta estudou lá e o nosso conceito a respeito do colégio era dos melhores. Muito me admira, uma instituição de matriz católica, se lançar nesses absurdos ideológicos travestidos de modernidade. Os agostinianos não estão, com isto, fazendo jus à tradição do grande Santo Agostinho. |MP|
 
Daniel
Daniel - 10 de Julho às 10:54
Mais um passo para a realidade onde um homem andar de mãos dadas com uma mulher se tornará um ato vergonhoso.
 
Marilene
Marilene - 10 de Julho às 10:45
Parabéns aos pais.
 
sandro
sandro - 10 de Julho às 10:06
É realmente um absurdo a inclusao desse ensino em escolas. As escolas éticas não concordariam com isso. A educação está deixando de priorizar o ensino, a experiencia e o raciocínio lógico, pra dar espaço pras mazelas e pras modernidades idiotas de diversidade. Chega. Em casa eu ensino meus filhos que a natureza humana é uma só, e as pessoas que nao querem ser do jeito que nasceram deviam renascer. Parabens a esses pais.
 
David
David - 10 de Julho às 11:45
Caio, como a cultura vai alterar o nucleotídeo ?
 
David
David - 10 de Julho às 11:12
Também acho. Parece que o Colégio Santo Agostinho está fazendo isto escondido dos pais...
 
Caio
Caio - 10 de Julho às 11:07
"modernidades idiotas de diversidade" ?? Vai dizer que algo que existe não existe só por que você não concorda ?? " a natureza humana é uma só" - você não deve conhecer muito de biologia, de diversidade de nucleotideos, de diversidade de polimorfimos... isso pensando somente nas diferenças quantificáveis pela biologia e obviamente não conhece mecanismos evolutivos. Como além disso, somos seres sociais, cabe também, a diversidade social (o que acontece com diversos outros animais na natureza). Absurdo é a formação de gente burra. Pena dos seus filhos!