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Governo da Bahia monitora litoral, mas diz que chance da lama chegar ao estado é remota

Mesmo assim, o Inema informou que está monitorando a região e acompanha as ações dos órgãos federais competentes

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postado em 25/11/2015 18:07

Estado de Minas

A lama de rejeitos da mineradora Samarco já provocou uma enorme tragédia em Minas Gerais e no Espírito Santo. O receio de que o problema atinja outros estados já faz com que o governo da Bahia monitore seu litoral. Porém, de acordo com o coordenador do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), Eduardo Topázio, a chance de que a lama chegue ao estado é 'praticamente zero'.

"A distância entre o ambiente aquático onde acontece a mistura entre o rio e o mar é enorme, demoraria muito a chegar aqui, levando em consideração a dinâmica do mar. A tendência das correntes, nesta época do ano, é ir para o sul, e a Bahia está ao norte da foz do Rio Doce”, explicou.

Na avaliação do governo baiano, a possibilidade da lama chegar ao seu litoral sul é extremamente remota, principalmente nas praias de Itacaré, Alcobaça e Abrolhos. “Devem ser consideradas todas as condições climáticas da região, no deslocamento da lama. Na ocorrência de chuvas é natural que apareçam manchas marrons no mar, o que pode levar as pessoas a fazerem confusão com os rejeitos de minério” finalizou Topázio.

De toda forma, o Inema informou que está monitorando a região e acompanhando as ações dos órgãos federais competentes, uma vez que o Parque Nacional Marinho de Abrolhos é de controle da União.
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