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| O corpo de José Alencar foi levado ao crematório por cadetes do Exército e da Aeronáutica, soldados da PM mineira e do Corpo de Bombeiros |
As cinzas do ex-vice-presidente da República José Alencar serão transportadas para Itamuri, distrito de Muriaé, na Zona da Mata mineira, onde o político nasceu. Segundo o irmão de Alencar Antônio Gomes da Silva, a urna com as cinzas ficará depositada na Igreja de Nossa Senhora da Glória, lugar em que o empresário foi batizado. “Sempre foi um pensamento dele, de voltar de onde saiu”, justificou o irmão. O corpo de José Alencar foi cremado nessa quinta-feira à tarde, em Contagem, na Grande Belo Horizonte.
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O cortejo com o corpo de José Alencar chegou ao crematório por volta das 14h30. O caixão, coberto com a bandeira do Brasil, foi retirado do veículo fúnebre - um Cadillac 1974 fabricado exclusivamente para o transporte de urnas – e levado por cadetes do Exército e da Aeronáutica e por soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros ao som da Marcha Fúnebre. O corpo do ex-vice-presidente foi saudado com três salvas de tiros por 105 soldados do Exército e por 21 tiros de quatro canhões do Grupo de Artilharia de Campanha que vieram de Juiz de Fora exclusivamente para a cerimônia. Setenta militares da Aeronáutica participaram da cerimônia.
Segundo o irmão de José Alencar, do ex-vice "ficam a solidariedade, a retidão e a simplicidade". Célia Peres da Silva Freitas, também irmã, lembrou que, mesmo na doença, o empresário sempre esteve em paz, e que nunca foi iludido pelos médicos. “Sofri com ele dia e noite por conta da doença. Pedi muito a Deus por ele.”
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