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TJMG nega novo pedido de liberdade a goleiro Bruno

O advogado do preso, Lúcio Adolfo da Silva, alegou que manter Bruno detido enquanto a sentença de condenação transita em julgado é uma ação que descredita o Estado. Bruno está condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza Samudio

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou mais pedido de liberdade ao goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza Samudio. O pedido, em caráter liminar, foi feito pelo advogado dele Lúcio Adolfo da Silva, mas o desembargador relator Corrêa Camargo, da 4ª Câmara Criminal, indeferiu.

Para o defensor, não há requisitos necessários à manutenção da custódia, considerando-se que o réu é “primário, possui residência fixa, raízes no distrito da culpa, endereço fixo, atividade laboral lícita e respeito à determinações judiciais”. Os argumentos são parecidos com os usados por outros advogados em habeas corpus impetrados em três instâncias judiciais.

Lúcio Adolfo alegou que a “prisão do paciente antes do trânsito em julgado da sentença por longo período implica descrédito do próprio Estado e da Justiça, tornando-se ilegal em face da total ausência de fundamentação”.

O desembargador tomou a decisão que, por hora, não dá a Bruno direito de sair da Penitenciária Nelson Hungria. No entanto, solicitou à juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues esclarecimentos, tais como cópia da sentença e situação atual do processo de Bruno.
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jus
jus - 29 de Agosto às 00:46
Bem feito para o Bruno...isso que dá contratar advogado que só gosta de aparecer...