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Ex-mulher do goleiro Bruno é inocentada da acusação de caluniar delegadas

MP já havia recomendado a absolvição por falta de provas claras de que houve a intenção de calúnia da ré quando denunciou suposta tortura

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postado em 24/12/2012 20:39

A ex-mulher do goleiro Bruno, Dayanne Rodrigues, foi absolvida da acusação de calúnia contra as delegadas Alessandra Wilke e Ana Maria Santos. De acordo com o Tribunal de Justiça, o juiz da 3ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Guilherme Sadi, compreendeu que a ré não teve a intenção de caluniar as policiais. O Ministério Público já havia sugerido a absolvição pelo mesmo motivo.

Dayanne havia dito que durante as investigações sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, teria sofrido tortura pelas duas policiais. Na época, ela também chegou a fazer uma carta para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para relatar o caso. Insatisfeitas com a declaração, as delegadas ajuizaram ação contra ela.

A ex-mulher de Bruno admitiu ter redigido a carta, mas argumentou que o fez sob pressão do advogado que a defendia no processo que responde por envolvimento no desaparecimento e morte de Eliza Samudio. Em sua defesa sobre a acusação de calúnia, ela afirmou que não teve a intenção de comprometer a honra das delegadas.

A absolvição foi decidida em primeira instância e, portanto, ainda é passível de recurso.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
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Saulo
Saulo - 25 de Dezembro às 07:46
A Justiça deveria desprezar certos tipos de denuncias..!! Nesse caso veja o dinheiro público indo pro ralo, por nada..!! só um ti ti ti....relevancia zero..!!!
 
José
José - 24 de Dezembro às 21:49
Em todo o Brasil nunca teve um caso mais enrolado que esse do Bruno. Desde o inicio, tanto a Policia como a Justiça Mineira, está toda atrapalhada. O artigo 167 do CPP diz: ninguém será condenado sem o corpo de delito ou provas testemunhais incontestáveis. Só que até agora não existe as duas.