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Delegado afirma que carta não é pista suficiente para fazer buscas por corpo de Eliza

O chefe do Departamento de Investigações (DI) recebeu o documento na tarde desta sexta-feira

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postado em 22/06/2012 19:26 / atualizado em 23/06/2012 06:55

João Henrique do Vale

O chefe do Departamento de Investigações (DI), delegado Wagner Pinto de Souza, ainda analisa a possibilidade de fazer novas buscas pelos restos mortais da modelo Eliza Samudio. Nesta sexta-feira, ele recebeu uma carta do advogado José Arteiro Cavalcante Lima, que indicaria o local onde possivelmente o corpo foi desovado. Souza adiantou que ainda é cedo para fazer buscas.

“Vamos investigar para ver se tem fundamento ou não. Por ora não vamos fazer nenhuma incursão. Para ter busca tem que ter elementos concretos. Uma carta que conta sobre um sonho não é”, diz Wagner Pinto.

A carta foi recebida pela mãe da modelo Sônia Fátima Moura, 44 anos, na última semana. O remetente teria dito que os restos mortais de Eliza estariam em uma área no Bairro Planalto, Região da Pampulha. De acordo com Arteiro, há três meses ele recebeu a ligação de uma mulher que mora no bairro. A testemunha teria denunciado um local de desova de corpos, onde ela acredita que possam estar os restos de Eliza. A carta recebeida por Sônia poderia ser dessa mesma mulher.

O crime contra a modelo aconteceu em junho de 2010 e o cadáver nunca foi encontrado. Mesmo assim, nove pessoas foram indiciadas no caso, entre elas o ex-goleiro Bruno Fernandes denunciado por sequestro, cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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